Renda média dos brasileiros sobe e desemprego cai, segundo IBGE

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 25 de novembro um estudo mostrando que a taxa de desemprego ficou em 6,1% em outubro de 2010, a menor marca registrada desde 2002, quando teve início a série histórica. A renda dos brasileiros também atingiu crescimento recorde.


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 25 de novembro um estudo mostrando que a taxa de desemprego ficou em 6,1% em outubro de 2010, a menor marca registrada desde 2002, quando teve início a série histórica. A renda dos brasileiros também atingiu crescimento recorde. Em outubro, o crescimento foi de 6,5%, deixando o rendimento médio dos brasileiros em R$ 1515,40, a maior média desde o início das medições, também em 2002.


O número de empregos com carteira assinada, em comparação ao mês anterior, não apresentou variação, com exceção nas atividades ligadas ao comércio, reparação de veículos automotores, de objetos pessoais e domésticos e no comércio a varejo de combustíveis, com variação positiva de 2,5%.


Com relação ao rendimento médio dos brasileiros, o reajuste real do salário mínimo foi o principal propulsor da renda e proporcionou o avanço do poder de compra, apesar da recente aceleração da inflação, de acordo com Cimar Azeredo Pereira, gerente do IBGE.


Segundo o economista da CNC, Fábio Bentes, os resultados confirmam as expectativas de crescimento do comércio para este fim de ano, uma vez que o mercado de trabalho está aquecido, com baixas taxas de desemprego. “O mercado de trabalho passa por um momento particularmente favorável e isso se reflete nas vendas recordes do comércio. Neste cenário também contam as condições mais favoráveis de crédito e as repercussões da valorização cambial sobre os preços de determinados produtos”, afirma Bentes, que reforça que a expectativa de vendas no Natal cresça 12,8%.


Em novembro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo já havia divulgado, através dos resultados da pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que o consumidor está mais satisfeito com a sua atual situação econômica e pretende elevar o seu nível de consumo. Em 2010, o crescimento esperado pelo comércio é de 10,8%, com relação a 2009.

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