Queda de 1,3% nas vendas do comércio

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Jornal do Commercio   Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-14


O faturamento do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro registrou queda de 1,3% em julho, ante igual mês do ano passado, segundo a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada ontem pelo Clube dos Diretores Lojistas do Rio (CDL-Rio). De acordo com a entidade, mesmo com o recuo, o faturamento no acumulado de janeiro a julho deste ano verificou alta de 1,2%, ante igual período de 2006.

Jornal do Commercio   Editoria: Rio de Janeiro  Página: A-14


O faturamento do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro registrou queda de 1,3% em julho, ante igual mês do ano passado, segundo a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada ontem pelo Clube dos Diretores Lojistas do Rio (CDL-Rio). De acordo com a entidade, mesmo com o recuo, o faturamento no acumulado de janeiro a julho deste ano verificou alta de 1,2%, ante igual período de 2006.


Com base no levantamento, os produtos que apresentaram resultado positivo foram os calçados (28,6%), tecidos (2,5%), confecções e moda infantil (2,3%), jóias (4,6%) e ótica (0,2%). Já os que registraram retração em seu rendimento foram os móveis (19%) e eletrodomésticos (2,5%). No comparativo de julho com junho deste ano, o incremento nas vendas foi da ordem de 0,6%.


Quanto à localização dos estabelecimentos comerciais, as lojas que obtiveram um melhor rendimento nas vendas de bens não duráveis foram as do Centro, com 4,7%; Zona Norte, com 2,4%; e Zona Sul, com 0,6%. Na relação de lojas de bens duráveis, as que conseguiram aumentar suas vendas foram as do Centro, com 19,2%; e da Zona Sul, com 2,5%.


Nas consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), o aumento foi de 17,4%, em comparação com julho do ano passado. No período, a inadimplência registrou queda de 1,2% e as dívidas quitadas, 4,7%. Na relação com o sexto mês deste ano, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram 8,5% e 5,8%, respectivamente. O número de consultas caiu 12,7%.


Inadimplência


No acumulado dos primeiros sete meses do ano, as consultas ao SPC, a inadimplência e as dívidas quitadas apontaram crescimento de 19%, 6,3% e 4,6%, respectivamente, ante igual período de 2006.


A forma de pagamento mais utilizada no ramo de bens não duráveis foi a prazo. Já no ramo de bens duráveis, a maioria da população preferiu optar pelo pagamento à vista.


Quanto ao movimento de cheques, o aumento da inadimplência e das dívidas quitadas, em julho deste ano, foi de 5,4% e 7,7%, respectivamente. O número de consultas recuou 6,4%. Na comparação com junho de 2007, as consultas e as dívidas quitadas verificaram crescimento de 1,8% e 6,2%, respectivamente, enquanto que a inadimplência caiu 14%.


 


 

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