Projeto prevê instalação de Colônia do SESC na região amazônica

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Um projeto para a construção de um complexo turístico na região amazônica foi um dos pontos principais de reunião, ocorrida no dia 4 de agosto, entre o presidente da Fecomércio-AM e vice-presidente da CNC , José Roberto Tadros e o governador de Rondônia, Confúcio Moura. Também participaram da reunião o presidente da Fecomércio-RO, Raniery Coelho e o secretário-chefe da Casa Civil do estado, Ricardo de Sá Vieira.

Um projeto para a construção de um complexo turístico na região amazônica foi um dos pontos principais de reunião, ocorrida no dia 4 de agosto, entre o presidente da Fecomércio-AM e vice-presidente da CNC , José Roberto Tadros e o governador de Rondônia, Confúcio Moura. Também participaram da reunião o presidente da Fecomércio-RO, Raniery Coelho e o secretário-chefe da Casa Civil do estado, Ricardo de Sá Vieira.

A proposta é retomar a recuperação do trecho da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, dos vagões, dos casarões ingleses e a construção da Colônia de Férias do SESC, o maior polo turístico já projetado na região, com investimentos de R$ 50 milhões. “A Confederação está aqui hoje para oferecer esse grande projeto para Rondônia e, com toda a convicção, contando com o apoio do governador, colocaremos o Estado na rota turística nacional”, pronunciou Tadros.

O objetivo do empreendimento é fortalecer o turismo e o comércio na região, às margens do Rio Madeira, a 15 quilômetros da capital de Rondônia, Porto Velho. A reunião aconteceu visando um acordo que possibilite a doação de uma área de aproximadamente 1,5 milhão de hectares para a construção da colônia e a restauração dos trilhos e dos vagões da ferrovia.

O governador Confúcio Moura determinou que sua equipe irá fazer a prospecção da área e mediar a negociação para que seja realizado o projeto.

A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi construída entre 1907 e 1912 e projetada para ligar as cidades de Porto Velho e Guajará-Mirim, em Rondônia, e facilitar o transporte de mercadorias na região. Após várias desativações e reativações, seus trabalhos se encerraram definitivamente em 2000, mas a ferrovia foi tombada pelo IPHAN em 2005.

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