Em artigo publicado no Jornal do Commercio, em 17 de novembro de 2011, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, destacou que, apesar da ênfase desproporcional que tem sido dada à taxa Selic, as taxas pagas pelos consumidores e empresários são muito mais elevadas. A razão, segundo o empresário, está no spread bancário – a diferença entre a taxa pela qual os bancos tomam dinheiro emprestado e a taxa pela qual emprestam dinheiro.
Em artigo publicado no Jornal do Commercio, em 17 de novembro de 2011, o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, destacou que, apesar da ênfase desproporcional que tem sido dada à taxa Selic, as taxas pagas pelos consumidores e empresários são muito mais elevadas. A razão, segundo o empresário, está no spread bancário – a diferença entre a taxa pela qual os bancos tomam dinheiro emprestado e a taxa pela qual emprestam dinheiro. “Mas isto não é tudo, face aos escandalosos juros cobrados dos inocentes consumidores”, complementa Oliveira Santos.
Ainda segundo o presidente da CNC, a carga tributária tem um peso considerável no spread, respondendo por mais de 24,7% do total; a inadimplência por mais de 27%; os custos administrativos dos bancos representam 14,6%, e o maior componente do spread bancário é a margem líquida dos bancos, que responde por mais de 31% do total. “Nesse contexto, a diminuição do spread não depende apenas da redução da taxa Selic, mas também do aumento da eficácia do Sistema Tributário Nacional, assim como de uma maior competição no mercado bancário no Brasil, tornando-o mais eficiente e reduzindo seus lucros, com o que sairão favorecidos os consumidores, que, no caso, são tomadores de recursos”.
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