PMC: vendas do comércio têm a quinta alta consecutiva

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As vendas do comércio varejista registraram alta de 0,3% em setembro, ante agosto, e 5% em relação ao mesmo mês de 2008, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada hoje pelo IBGE. Foi o quinto mês seguido de alta do indicador. Os resultados foram ligeiramente mais baixos do que as expectativas dos especialistas, de 0,4% no crescimento mês e mês e de 6% sobre o ano passado.

As vendas do comércio varejista registraram alta de 0,3% em setembro, ante agosto, e 5% em relação ao mesmo mês de 2008, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada hoje pelo IBGE. Foi o quinto mês seguido de alta do indicador. Os resultados foram ligeiramente mais baixos do que as expectativas dos especialistas, de 0,4% no crescimento mês e mês e de 6% sobre o ano passado. A receita nominal do setor teve alta de 0,2% em setembro ante agosto e de 8,1% sobre setembro do ano passado.


O Comércio Varejista Ampliado registrou crescimento de 3% em setembro ante agosto, e teve alta de 4,6% na receita nominal. O acréscimo foi puxado principalmente pelo comércio automotivo, que teve alta de 9,1%. Na comparação com setembro de 2008, as variações foram de 5,0% para o volume de vendas. Em relação a agosto tiveram destaque, ainda, os setores de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (8,8%), móveis e eletrodomésticos (1,8%), livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%), tecidos, vestuário e calçados (0,9%), combustíveis e lubrificantes (0,5%) e artigos de uso pessoal e doméstico (0,5%). Na ponta contrária, registraram queda as vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,1%) e material de construção (1,5%).


“Nos meses mais recentes, os bens duráveis e o comércio automotivo tiveram melhor desempenho por conta do fator “preço”, já que os produtos receberam incentivo do governo na redução do Imposto sobre Produtos Industrializados. Já na análise anual, quem está sustentando o crescimento do varejo são os bens não duráveis, a parcela mais forte da PMC, que, em setembro, ante igual período de 2008, registraram crescimento de 6% contra uma taxa global de 4,7%”, afirma Fabio Bentes, da Divisão Econômica da CNC, que prevê um crescimento de 5,1% para o varejo em 2009, caso sejam confirmados os aumentos esperados na massa de rendimentos, da ordem de 3,4%, e do crédito ao consumidor, estimado em 6,5%, e a expectativa de 4,3% de inflação.

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