Pesquisas revelam consumidores otimistas nas capitais de Alagoas e São Paulo

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As Federações do Comércio de Alagoas e de São Paulo acabam de divulgar pesquisas relativas ao comportamento do consumidor nas respectivas capitais dos Estados, no mês de abril. Em ambos os casos, os números demonstram que o humor dos entrevistados para as compras anda positivo neste início de ano.


Segundo o levantamento da Federação do Comércio de Alagoas (Fecomércio-AL), 60,52% dos consumidores de Maceió pretendem realizar compras em abril, uma alta de 4,37% na comparação com o registrado em março. Na análise relativa ao mesmo mês de 2007, o aumento é de 1,20%.

As Federações do Comércio de Alagoas e de São Paulo acabam de divulgar pesquisas relativas ao comportamento do consumidor nas respectivas capitais dos Estados, no mês de abril. Em ambos os casos, os números demonstram que o humor dos entrevistados para as compras anda positivo neste início de ano.


Segundo o levantamento da Federação do Comércio de Alagoas (Fecomércio-AL), 60,52% dos consumidores de Maceió pretendem realizar compras em abril, uma alta de 4,37% na comparação com o registrado em março. Na análise relativa ao mesmo mês de 2007, o aumento é de 1,20%. O levantamento foi realizado pelo Instituto Fecomércio de Estudos e Pesquisas (IFEPD), em parceria com o Sebrae-AL.


Os itens mais visados para consumo foram artigos de vestuário (30,14%), calçados (19,54%), celular (17,02%), televisão (11,32%) e MP3 (8,9%). O cartão de crédito é a forma de pagamento mais citada pelos entrevistados (83,3%), seguido de pagamentos à vista (7,51%) e cheques pré-datados (1,56%).

 

São Paulo

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), apurado mensalmente pela Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), registra que a confiança do consumidor no município atingiu 149 pontos em abril, um crescimento de 0,8% em relação a março. A elevação foi de 16,2% (128,3 pontos) na comparação com o mesmo período do ano passado.

Fatores que refletem diretamente no poder aquisitivo do consumidor – como o bom momento da economia, as melhorias efetivas no mercado de trabalho e a expansão da renda – impulsionaram o resultado da pesquisa – a melhor desde o início da série histórica do índice, em 1994. De acordo com a entidade, o crescimento do ICC se deve principalmente à melhora da percepção do consumidor em relação a sua situação atual.

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