Pesquisa da Fecomércio-MG revela: 65,4% dos entrevistados compram produtos falsificados em Belo Horizonte

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A Federação do Comércio de Minas Gerais divulgou hoje (16) um levantamento realizado para descobrir a opinião do consumidor quanto aos produtos “piratas”, numa época em que o comércio varejista atravessa uma fase de grande movimento e competição, por força das comemorações natalinas.


Realizada em Belo Horizonte, a pesquisa revela que 65,4% dos entrevistados admitiram comprar produtos falsificados, contra 34,6% que não adquirem esse tipo de mercadoria.

A Federação do Comércio de Minas Gerais divulgou hoje (16) um levantamento realizado para descobrir a opinião do consumidor quanto aos produtos “piratas”, numa época em que o comércio varejista atravessa uma fase de grande movimento e competição, por força das comemorações natalinas.


Realizada em Belo Horizonte, a pesquisa revela que 65,4% dos entrevistados admitiram comprar produtos falsificados, contra 34,6% que não adquirem esse tipo de mercadoria. Os motivos para a compra de produtos piratas são variados: preços (76,8%), opção pelo produto pirata pelo fato de muitos originais serem descartáveis (10,7%), facilidade de encontrar (7,1%) e a disponibilidade do material pirata, no mercado, antes do original (5,4%).


Por outro lado, 52,8% dos consumidores não compram produtos piratas devido à baixa qualidade em relação aos originais; 22,2% temem prejuízos financeiros; 19,4% descartam os piratas pela falta de garantia e 5,6% entendem que a prática prejudica o comércio formal.


CD’s, DVD’s e produtos eletrônicos


Quando perguntados sobre “O que é um produto pirata?”, 42,3% dos entrevistados pela Fecomércio-MG responderam que é uma imitação do original; 36,5% disseram que pirata é qualquer produto falsificadomaterial mais barato por ser isento de impostos foi a resposta de 13,5% dos ouvidos; e 7,7% afirmaram que é uma cópia ilegal de algo protegido por direitos autorais. Entre os produtos falsificados mais comprados estão CD’s (36,3%), DVD’s (30,8%) e produtos eletrônicos (12,1%).

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