Ao chegar à CPMI dos Cartões Corporativos, na última semana, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu a manutenção de sigilo de gastos de órgãos específicos do governo, como a Presidência da República. “As ações de caráter sigiloso estão previstas em lei. Não vejo nenhum problema nisso”, disse o ministro, que está sendo ouvido neste momento pela CPMI.
Uso indevido
O Ministro condenou a utilização de cartões corporativos para efetivação de saques. “É um uso indevido desses cartões.
Ao chegar à CPMI dos Cartões Corporativos, na última semana, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu a manutenção de sigilo de gastos de órgãos específicos do governo, como a Presidência da República. “As ações de caráter sigiloso estão previstas em lei. Não vejo nenhum problema nisso”, disse o ministro, que está sendo ouvido neste momento pela CPMI.
Uso indevido
O Ministro condenou a utilização de cartões corporativos para efetivação de saques. “É um uso indevido desses cartões. O saque por meio do cartão o transforma praticamente na modalidade de pagamento de contas tipo b”, disse o ministro.
Paulo Bernardo explicou que a intenção do governo é “restringir ou suprimir de vez” os saques com cartões corporativos. Ele acrescentou que essa proposta, no entanto, esbarra em algumas dificuldades, como a impossibilidade de pagamento com cartão em estabelecimentos como correios, órgãos judiciais e estacionamentos, além dos casos em que o sistema operacional desses cartões fica fora do ar.
Agência Câmara, 24 de março de 2008.