Organizações de sucesso precisam de líderes

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Não há organização que possa dar certo se não houver uma boa liderança. Essa foi a mensagem que transmitiu aos participantes do Congresso Regional do Sicomércio, em Recife, o empresário Edson Moura, presidente do Conselho de Administração da Acumuladores Moura, maior indústria do segmento na América Latina, com 3.500 funcionários. Segundo ele, o conceito de liderança que defende vale também para tanto para cidades, quanto para clubes de futebol, empresas ou sindicatos.

Não há organização que possa dar certo se não houver uma boa liderança. Essa foi a mensagem que transmitiu aos participantes do Congresso Regional do Sicomércio, em Recife, o empresário Edson Moura, presidente do Conselho de Administração da Acumuladores Moura, maior indústria do segmento na América Latina, com 3.500 funcionários. Segundo ele, o conceito de liderança que defende vale também para tanto para cidades, quanto para clubes de futebol, empresas ou sindicatos.

Em sua palestra, ele contou a história da empresa, fundada em 1957, e que está hoje em sua segunda geração. Criada pelos seus pais, a Moura passou por quatro etapas no seu processo de crescimento. A primeira, do final dos anos 50 até 1975, caracterizada pelo empreendedorismo, em que os pais estavam sozinhos à frente do negócio. Depois, quando a segunda geração se incorporou ao negócio, mesclou-se, o que ele chama de empreendedorismo com amadorismo.

“Amadorismo porque éramos três irmãos e um cunhado, que haviam saído da faculdade diretamente para a direção da empresa. Isso gerou altos e baixos do negócio, de 1975 a 1990”, recordou. A partir daí e até 2010, adotou-se o formato em que a liderança passou a ser exercida pela gestão, não mais pelo amadorismo. Por fim, a etapa atual, em que a liderança é estabelecida pela cultura empresarial, “um fator que parece complexo, mas é simples de entender, pois nada mais é do que um conjunto de coisas importantes para o equilíbrio de uma empresa, como valores, comportamento, crenças, etc, que regula as ações corporativas”.

Por fim, ele deixou um recado: “se eu pudesse transmitir um sentimento que representasse a importância da liderança, em qualquer lugar que ela seja adotada, é que é um sacerdócio. É como uma lição de vida, que nós recebemos e podemos aperfeiçoar e crescer com isso”.


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