Juscelino Kubitschek é retratado em novo livro

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No prefácio do livro, o senador Pedro Simon afirma que o autor apresenta um texto “profundo e, ao mesmo tempo, claro e preciso”. Ressalta ainda que o texto “tem o dom de eternizar a história do presidente Juscelino Kubitschek”.

A publicação é dividida em duas partes. A primeira, intitulada “Biografia concisa de JK – Sonho e glória, amor e dor”, faz um resgate histórico de toda a vida do ex-presidente, desde sua infância em Diamantina/MG, passando pela trajetória profissional como médico, político e Presidente do Brasil, até sua morte em 22 de agosto de 1976.

No prefácio do livro, o senador Pedro Simon afirma que o autor apresenta um texto “profundo e, ao mesmo tempo, claro e preciso”. Ressalta ainda que o texto “tem o dom de eternizar a história do presidente Juscelino Kubitschek”.

A publicação é dividida em duas partes. A primeira, intitulada “Biografia concisa de JK – Sonho e glória, amor e dor”, faz um resgate histórico de toda a vida do ex-presidente, desde sua infância em Diamantina/MG, passando pela trajetória profissional como médico, político e Presidente do Brasil, até sua morte em 22 de agosto de 1976.

A segunda parte da obra traz diversos discursos de JK, como o que defende a democracia e os seus direitos políticos e os proferidos em ocasiões como a transferência da Capital Federal e a inauguração de Brasília. Entre outros documentos, também estão disponíveis a entrevista do ministro Costa e Silva contra JK, o decreto de cassação de seu mandato e direitos políticos como senador e a homenagem póstuma de Tancredo Neves.

Sobre o autor

Ronaldo Costa Couto é doutor em história pela Universidade de Paris-Sorbonne e economista pela UFMG, onde lecionou. É autor, entre outros, de Tancredo vivo: casos e acaso (1995); História Indiscreta da Ditadura e da Abertura (1998); Memória Viva do Regime Militar (1999); e Brasília Kubitschek de Oliveira (2001). É ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, da Academia Brasiliense de Letras e da Academia Mineira de Letras.

Como homem público, foi coordenador geral da fusão dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro e ministro do Interior, função que acumulou com a de governador de Brasília no início da democratização de 1985; e ministro-chefe do Gabinete Civil da Presidência da República no triênio 1987-1989, no governo Sarney.

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