A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) sediou em 16 de agosto, no Rio de Janeiro, o seminário bilateral Brasil-Argentina. Promovido pela Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE), o encontro reuniu empresários e autoridades dos dois países.
Ivan Ramalho, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) brasileiro, destacou durante o seminário que o comércio bilateral Brasil-Argentina alcançará US$ 30 bilhões até o fim do ano, patamar registrado antes da crise financeira internacional.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) sediou em 16 de agosto, no Rio de Janeiro, o seminário bilateral Brasil-Argentina. Promovido pela Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCCE), o encontro reuniu empresários e autoridades dos dois países.
Ivan Ramalho, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) brasileiro, destacou durante o seminário que o comércio bilateral Brasil-Argentina alcançará US$ 30 bilhões até o fim do ano, patamar registrado antes da crise financeira internacional.
O cálculo é feito com base nos resultados do intercâmbio comercial dos países entre janeiro e junho deste ano. No primeiro semestre de 2010, a corrente de comércio (exportações + importações) totalizou US$ 14,5 bilhões em 2010, contra US$ 9,9 bilhões entre janeiro e junho de 2009, significando uma evolução de 46,3%. Em 2008, foram negociados US$ 30,8 bilhões, e a possibilidade de superar este número, considerando os resultados da primeira parte do ano, é animadora.
Ivan Ramalho explica que, em 2009, as exportações brasileiras para a Argentina totalizaram US$ 12,8 bilhões, registrando queda de 27,4% sobre 2008, cujo montante alcançou US$ 17,6 bilhões. A participação da Argentina no total das exportações brasileiras diminuiu se 8,9% para 8,4%. As importações brasileiras de produtos argentinos também apresentaram queda – em 2009, atingiram US$ 11,3 bilhões, uma diminuição de 14,9% em relação a 2008, quando contabilizaram US$ 13,3 bilhões. Na mesma base de comparação, as importações totais do Brasil decresceram 26,3%, o que fez com que a participação argentina no total subisse de 7,7% para 8,8%. “Esse desempenho levou a uma queda de 22% na corrente de comércio entre Brasil e Argentina, que reduziu de US$ 30,9 bilhões em 2008 para US$ 24,1 bilhões registrados em 2009”, explicou.