Valor Econômico Editoria: Brasil Página: A-9
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 0,4% em março na comparação com o mês anterior e atingiu 147,9 pontos, de acordo com pesquisa da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) realizada na capital paulista. Na comparação com março de 2007, foi apurada alta de 15,2%.
Em fevereiro, o ICC havia alcançado seu maior patamar desde fevereiro de 2005, aos 147,3 pontos, um salto de 3,1% sobre janeiro e de 9,5% sobre fevereiro do ano passado.
Valor Econômico Editoria: Brasil Página: A-9
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 0,4% em março na comparação com o mês anterior e atingiu 147,9 pontos, de acordo com pesquisa da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) realizada na capital paulista. Na comparação com março de 2007, foi apurada alta de 15,2%.
Em fevereiro, o ICC havia alcançado seu maior patamar desde fevereiro de 2005, aos 147,3 pontos, um salto de 3,1% sobre janeiro e de 9,5% sobre fevereiro do ano passado. Entre os fatores que levaram à desaceleração da confiança em São Paulo, a federação cita a manutenção da taxa de juros em 11,25% ao ano e as incertezas relativas à economia americana. Entre os indicadores que compõem o ICC, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) ficou estável em 154 pontos e o Índice das Expectativas do Consumidor (IEC) subiu 0,7% em relação a fevereiro, para 143,7 pontos.
Os paulistanos com ganhos superiores a dez salários mínimos são os menos otimistas. Nessa faixa de renda, o ICC recuou 1,6% em relação a fevereiro, para 151,4 pontos. O indicador da percepção do futuro caiu 2% e o que avalia o presente, 1%.
Entre os consumidores com rendimento inferior a dez salários mínimos, o índice de confiança subiu 1,6% ante fevereiro, para 146 pontos. Nessa faixa de renda, o IEC aumentou 2,3% e o ICEA, 0,7%. A pesquisa revela ainda um maior otimismo entre os os homens. Enquanto a confiança do consumidor masculino aumentou 2,9% de fevereiro para março, entre as mulheres, foi apurada queda de 2%.
O levantamento mostra também que os consumidores mais jovens estão mais confiantes. No grupo com idade inferior a 35 anos, o ICC aumentou 0,9% sobre fevereiro. Entre os de 35 anos ou mais, a confiança caiu 0,5%. O ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de cem pontos e otimismo acima desse patamar.