Incoterms 2010 é tema de debate na Fecomércio Minas

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O Departamento de Comércio Exterior Micro e Pequenas Empresas (Decempe) da Fecomércio Minas realizou palestra sobre o Incoterms 2010, no dia 11 de agosto, para inauguração do ciclo empresarial de Comércio Exterior. A palestra “Incoterms 2010 – Termos de Negócios Comerciais: Aspectos Práticos, legais e jurídicos” foi ministrada por Públio Santos Júnior, professor e diretor da Fragata International Corporation em Miami.

O Departamento de Comércio Exterior Micro e Pequenas Empresas (Decempe) da Fecomércio Minas realizou palestra sobre o Incoterms 2010, no dia 11 de agosto, para inauguração do ciclo empresarial de Comércio Exterior. A palestra “Incoterms 2010 – Termos de Negócios Comerciais: Aspectos Práticos, legais e jurídicos” foi ministrada por Públio Santos Júnior, professor e diretor da Fragata International Corporation em Miami.

O evento, realizado com o comitê brasileiro do ICC Paris e com a Central Exportaminas, foi aberto pelo diretor da Fecomércio Minas, Lúcio Faria, e teve a presença do coordenador do Decempe, Rodrigo Freire de Sá, e do secretário adjunto de Relações Internacionais da Prefeitura de Belo Horizonte, Rodrigo Oliveira.  “O Brasil está vivendo uma época de competitividade, oportunidades, qualificação. É preciso incentivar a indústria brasileira e o comércio”, disse Oliveira.

Além das explicações dos termos de comércio em si, o professor Públio falou sobre como devem ser os procedimentos ao realizar uma ação comercial. Segundo ele, é essencial o entendimento de cada termo de forma a evitar mal entendidos ou processos que acarretem perda de tempo e dinheiro para as partes. “É importante que os contratantes estejam atentos para as especificações do seu tipo de negócio, acrescentando variantes de interesse e que não se encontrem incluídas nos termos usuais”.

Durante a palestra também foram lançados os Incoterms em português, pela primeira vez desde a sua publicação, em 1936. Os  Incoterms são termos de vendas internacionais publicados pela Câmara Internacional de Comércio e que regulam as atividades comerciais entre compradores e vendedores. Em 2010, os termos sofreram mudanças para se adaptarem às novas técnicas comerciais de transporte e ao comércio eletrônico, entre outras questões. “Sua importância está no estabelecimento das definições de transferências de riscos e custos entre vendedor e comprador dentro de um contrato de venda nacional ou internacional”, exaltou Públio Júnior.  

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