A confiança dos empresários do comércio subiu 1,6% em agosto, para 129,3 pontos, após uma elevação de 2,8% em julho. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), que, mais uma vez, o índice foi impulsionado pelas condições atuais da economia (alta de 3,1%) e do setor varejista (alta de 2,5%). O resultado ainda reflete a robustez do mercado de trabalho, configurado por uma taxa de desemprego baixa e pela alta dos rendimentos reais, já numa economia de transição para uma fase de menor crescimento.
A confiança dos empresários do comércio subiu 1,6% em agosto, para 129,3 pontos, após uma elevação de 2,8% em julho. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), que, mais uma vez, o índice foi impulsionado pelas condições atuais da economia (alta de 3,1%) e do setor varejista (alta de 2,5%). O resultado ainda reflete a robustez do mercado de trabalho, configurado por uma taxa de desemprego baixa e pela alta dos rendimentos reais, já numa economia de transição para uma fase de menor crescimento. Diante deste cenário, a expectativa da CNC é que o comércio varejista cresça em torno de 6% em 2011.
Dos três subíndices que compõem o ICEC (condições atuais, expectativas e investimentos), o que avalia as condições atuais foi o que apresentou a maior alta em relação ao mês anterior (2,1%). Em seguida, o subíndice investimentos teve alta de 1,5%. Por fim, a avaliação das expectativas dos empresários do comércio subiu 1,3%.
“Apesar da moderação no ritmo de crescimento da economia brasileira, o mercado de trabalho permanece aquecido e a taxa de desemprego, historicamente baixa. Além disso, ainda há crescimento nos rendimentos reais dos trabalhadores. Enquanto esse cenário perdurar, o volume de vendas ainda se sustentará e os comerciantes permanecerão confiantes”, afirma o economista da CNC João Felipe Araújo. O nível de confiança dos empresários continuou maior em relação ao setor (111,5 pontos) do que em relação à economia (107,7 pontos). Os dados continuam apontando para um desempenho superior do comércio em relação à média da economia brasileira ao no acumulado do ano de 2011.