O IBGE divulgou hoje o resultado das vendas do comércio varejista brasileiro em 2007, que cresceram, sem ajuste sazonal, 9,6% no comparativo com 2006 e registraram a maior alta desde 2001. Com o ajuste, o crescimento foi de 9,9%.
O IBGE divulgou hoje o resultado das vendas do comércio varejista brasileiro em 2007, que cresceram, sem ajuste sazonal, 9,6% no comparativo com 2006 e registraram a maior alta desde 2001. Com o ajuste, o crescimento foi de 9,9%. Para o instituto, a expansão deveu-se ao aumento do emprego e da renda do trabalhador, além da maior oferta de crédito e da estabilidade da economia.
As vendas dos hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo avançaram 6,4% em 2007, respondendo por um terço do crescimento do comércio no período (contribuição de 3,2 pontos percentuais na taxa global do ano passado). O setor de móveis e eletrodomésticos registrou o segundo principal impacto no resultado de 2007, com alta de 15,4% nas vendas. Já tecidos, vestuário e calçados e livros, jornais, revistas e papelaria tiveram altas recordes para os seus setores: 10,7% e 7,1%, respectivamente.
Já a receita nominal obtida com as vendas teve expansão de 11,8% (com ajuste sazonal) em 2007, ante 2006. Sem o ajuste, a alta foi de 14,1%.