A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) acaba de divulgar uma análise sobre impacto do crescimento da rede hoteleira nas cidades-sede da Copa do Mundo FIFA 2014. A análise discute principalmente o crescimento da construção dos estabelecimentos e a situação deles após o campeonato. De acordo com o estudo, São Paulo, Curitiba, Fortaleza e Natal são as capitais com melhores condições para investimentos em hotéis, com expectativa de demanda crescente. A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) acaba de divulgar uma análise sobre impacto do crescimento da rede hoteleira nas cidades-sede da Copa do Mundo FIFA 2014. A análise discute principalmente o crescimento da construção dos estabelecimentos e a situação deles após o campeonato. De acordo com o estudo, São Paulo, Curitiba, Fortaleza e Natal são as capitais com melhores condições para investimentos em hotéis, com expectativa de demanda crescente. O cenário pós-Copa também deve ser positivo para o Rio de Janeiro, em especial para hotéis econômicos e de médio porte. Esses segmentos devem continuar lucrando nos anos seguintes, com a realização dos Jogos Olímpicos na cidade em 2016. “A economia do setor será modificada de maneira significativa no Rio. A oferta de empregos, renda e crescimento setorial irá gerar uma onda de desenvolvimento na cadeia de fornecedores”, comenta Alexandre Sampaio, presidente da FNHRBS. A cidade ganhará vinte novos hotéis até 2012, em um investimento de quase R$ 1 bilhão. Já a Bahia apresenta um quadro de alto risco, podendo haver um crescimento excessivo na rede hoteleira, sem acompanhar o número de visitantes. “A capital baiana sofre reflexos dos incentivos da instalação de hotéis europeus na década passada. A crise mundial e a desvalorização do euro e do dólar afastaram os turistas estrangeiros. Os brasileiros também estão viajando mais para o exterior, o que acaba impactando em alguns destinos domésticos”, analisa Sampaio. O presidente da FNHRBS ainda chama atenção para a superoferta de hotéis econômicos e de médio porte, o que pode gerar ociosidade nesses segmentos. “Em geral, nos locais em que se prevê risco alto ou moderado de crescimento excessivo, a expansão hoteleira é favorecida por incentivos fiscais, vantagens na lei de uso e ocupação do solo e pela existência de investidores pulverizados, dispostos a comprar flats e condo-hotéis”, conclui.
FNHRBS analisa o impacto do crescimento de hotéis para a Copa 2014
- às