Federações do Comércio divulgam pesquisas sobre faturamento em Minas Gerais e no Paraná.

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As Federações do Comércio dos Estados de Minas Gerais e do Paraná acabam de divulgar os resultados das pesquisas de faturamento relativas ao mês de fevereiro, que mostraram altas nas vendas do setor.

As Federações do Comércio dos Estados de Minas Gerais e do Paraná acabam de divulgar os resultados das pesquisas de faturamento relativas ao mês de fevereiro, que mostraram altas nas vendas do setor. Nos dois primeiros meses do ano, as vendas já acumulam elevações superiores a 10% nos dois Estados.

 

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista realizada pela Fecomércio do Paraná revela que o comércio registrou expansão de 14,06% nas vendas de  fevereiro, no contraponto a fevereiro de 2007. No acumulado do ano, a alta é já de 10,51%. A sondagem mensal da Federação traz uma novidade: a inclusão de informações relativas ao comércio de Foz do Iguaçu, que se juntam aos de Curitiba e Região Metropolitana, Londrina, Maringá e Região Oeste do Estado (Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon). 

 

“Foz do Iguaçu é importante pólo comercial, seu desempenho é representativo no contexto estadual e sua inclusão na Pesquisa Conjuntural demonstra o compromisso que temos com informações cada vez mais abrangentes, que possam dar aos empreendedores condições de conhecer a realidade do nosso comércio”, diz o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PR,Darci Piana.

 

O faturamento do varejo do Paraná em fevereiro de 2008 cresceu em todos os pólos pesquisados pela Fecomércio-PR, na comparação com mesmo mês do ano anterior. Em Curitiba e Região Metropolitana ,  a alta foi de 13,58%; em Londrina, de 16,94%; Maringá, 11,39%, Região Oeste, de 15,49% e Foz do Iguaçu, de 15,03%.

 

Minas Gerais

Segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista da Fecomércio de Minas Gerais, as vendas reais da região metropolitana de Belo Horizonte apresentaram crescimento de 13,49% em fevereiro, na comparação com igual mês do ano passado. A alta no faturamento é de 11,26% no acumulado dos últimos 12 meses e, no acumulado do ano, de 11,17%. 

 

Na comparação com janeiro, as vendas reais acusaram queda de 7,54%, reflexo da redução do ritmo dos negócios dos grupos de Bens de Consumo (-4,46%), em que os subgrupos Duráveis e Semiduráveis reduziram o faturamento real em 9,91% e 6,28%, respectivamente. Além disso, o grupo Comércio Automotivo (-16,49%) destacou-se pela maior variação negativa neste tipo de análise.

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