O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Zildo De Marchi, e diretores da entidade realizaram um jantar de confraternização com os deputados federais do estado. O encontro foi realizado na última terça-feira, 8 de novembro, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília.
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Zildo De Marchi, e diretores da entidade realizaram um jantar de confraternização com os deputados federais do estado. O encontro foi realizado na última terça-feira, 8 de novembro, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília.
Representando a CNC no encontro, o vice-presidente financeiro da entidade, Luiz Gil Siuffo Pereira, destacou o compromisso das entidades e dos parlamentares em trabalharem em conjunto para minimizar mazelas e atuarem pelo bem das empresas e dos cidadãos. “Iniciativas como essa são muito importantes para estabelecermos afinidades não apenas na hora de aplaudir as causas em comum, mas também para cobrar e apontar as divergências”, apontou Siuffo.
Durante o jantar, a entidade apresentou sua posição a respeito de diversos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e que impactam nas atividades do setor terciário. Zildo De Marchi lembrou a tradição gaúcha para a política e para o trabalho incessante em busca do desenvolvimento da sociedade. “Esse encontro é uma aproximação e também a demonstração do respeito que temos pelo parlamento nacional e, em especial aos nossos deputados e senadores gaúchos, já que somos um estado vocacionado ao progresso e temos o trabalho como cerne de nossas ações”, destacou .
Projetos de lei na pauta da Fecomércio-RS
Na pauta entregue aos parlamentares, a entidade se manifestou favorável ao projeto de lei que inclui novas atividades de prestação de serviços no Simples Nacional. A Fecomércio-RS também defende a aprovação do projeto que mantém o pagamento da contribuição sindical das microempresas e pequenas empresas optantes do Simples Nacional e do que susta a Portaria do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto. “Esta Portaria foi postergada diversas vezes, atestando sua desconexão com a realidade e a necessidade dos empreendimentos se adequarem a esse sistema, que acarreta altos custos para a aquisição e manutenção do sistema”, destaca Zildo De Marchi.
Entre os projetos em tramitação dos quais a Fecomércio-RS diverge, estão os relacionados à regulamentação da profissão de comerciário, à redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e ao aumento do valor da hora extra de 50% para 75%. A entidade também é contrária à ampliação da licença-paternidade de 5 para 15 dias e à alteração na CLT que concede estabilidade provisória aos empregados indicados como testemunha em juízo em reclamações trabalhistas.
A Fecomércio-RS não concorda, ainda, com a criação do Serviço Social do Turismo e do Sérvio Nacional de Aprendizagem do Turismo. “Os recursos decorrentes da eventual contribuição compulsória das empresas deste setor são, isoladamente insuficientes para investir e custear ações amplas e efetivas para o trabalhador da atividade turística, como é realizado atualmente através do Sesc e do Senac”, justificou Zildo De Marchi.