Em reunião realizada em 25 de maio, na sede da Fecomércio-RN, o vereador Júlio Protásio (PSB) se comprometeu a apresentar uma emenda à Lei nº 256/2008, de sua autoria, que disciplina o tráfego de caminhões nas vias de trânsito intenso do Município de Natal. A alteração, proposta pelos empresários e pelos representantes das principais entidades empresariais do Estado, cria uma possibilidade de tráfego de caminhões em toda a cidade de Natal. Como está hoje, a Lei proíbe esse trânsito entre 5 e 20 horas.
Em reunião realizada em 25 de maio, na sede da Fecomércio-RN, o vereador Júlio Protásio (PSB) se comprometeu a apresentar uma emenda à Lei nº 256/2008, de sua autoria, que disciplina o tráfego de caminhões nas vias de trânsito intenso do Município de Natal. A alteração, proposta pelos empresários e pelos representantes das principais entidades empresariais do Estado, cria uma possibilidade de tráfego de caminhões em toda a cidade de Natal. Como está hoje, a Lei proíbe esse trânsito entre 5 e 20 horas. A emenda deverá ajustar o horário de proibição para os intervalos entre 6 e 9 horas e entre 17 e 20 horas. O vereador também deverá discutir a questão do peso dos caminhões enquadrados na Lei. Atualmente, estão proibidos de circular aqueles com carga acima de cinco toneladas.
“Precisamos louvar a postura do vereador Júlio Protásio, que, mesmo com a Lei aprovada, promulgada e regulamentada, entendeu a importância de nossas ponderações e esteve aqui conosco discutindo o tema. Tenho certeza de que, com essa abertura, toda a cidade ganha. O trânsito será beneficiado, e o setor produtivo não terá prejuízos”, afirmou o presidente da Fecomércio-RN, Marcelo Queiroz. Ele ressaltou, ainda, a importância da presença dos vereadores Raniere Barbosa (PDT), líder do prefeito na Câmara, e Aroldo Alves, presidente da Comissão de Trânsito e Mobilidade daquela casa.
Marcelo Queiroz também destacou que, com a mudança na Lei, haverá mais liberdade para que as empresas possam se abastecer de produtos e oferecer serviços à própria população sem nenhum prejuízo maior ao trânsito. “Garantir a mobilidade é uma preocupação nossa. Sem ela, o cliente não chega às lojas, as próprias mercadorias e serviços não circulam. Ela é fundamental para todos. Mas precisamos evitar prejuízos ao setor produtivo em forma de aumento de custos e de desabastecimento, o que também não seria desejável”, reforçou.