Fecomércio-MG pesquisa vantagens do aceite dos cartões de crédito no comércio da capital

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A Federação do Comércio de Minas Gerais acaba de divulgar estudo no qual avalia a percepção do empresariado varejista de Belo Horizonte sobre as vantagens e desvantagens do aceite dos cartões de crédito, modalidade de pagamento que corresponde a 36,2% dos compromissos financeiros dos consumidores, segundo a Pesquisa de Endividamento do Consumidor, da entidade mineira.


O cartão de crédito parcelado e sem juros é a modalidade de pagamento mais utilizada para 38,3% dos clientes, seguida pelo cheque pré-datado, que tem a preferência de 24,6% dos consumidores, e pelo cartão de crédito rot

A Federação do Comércio de Minas Gerais acaba de divulgar estudo no qual avalia a percepção do empresariado varejista de Belo Horizonte sobre as vantagens e desvantagens do aceite dos cartões de crédito, modalidade de pagamento que corresponde a 36,2% dos compromissos financeiros dos consumidores, segundo a Pesquisa de Endividamento do Consumidor, da entidade mineira.


O cartão de crédito parcelado e sem juros é a modalidade de pagamento mais utilizada para 38,3% dos clientes, seguida pelo cheque pré-datado, que tem a preferência de 24,6% dos consumidores, e pelo cartão de crédito rotativo, com 17,5%. O parcelamento no cartão de crédito com juros é a escolha de 12,5% das pessoas. O financiamento através dos bancos ou instituições financeiras corresponde a 4,2% das compras, e o crediário ou carnê, a 2,9%. Segundo 95,9% empresários entrevistados, o aceite do cartão de crédito – que, somadas todas as modalidades, representa cerca de 70% dos tipos de pagamentos – estimula as vendas nos estabelecimentos. Os lojistas prevêem, para 2008, um aumento de 15% no número de cartões emitidos no país.


Entre os problemas gerados pelo cartão de crédito, 34,9% das empresas citam a porcentagem das participações sobre as vendas realizadas como um entrave aos negócios; 33,7% dos lojistas reclamam do alto valor do aluguel do POS e 18,1%, da cobrança da taxa de serviços. O prazo para o recebimento dos valores das faturas é mencionado por 6% dos empresários que participaram da sondagem, e a dificuldade de negociação com as administradoras, por 4,8%.


Apesar do menor risco de inadimplência oferecido pelos cartões de crédito, fator citado por 35,9% dos entrevistados, os lojistas da capital mineira estudam alternativas para incrementar as vendas: 59,3% pretendem oferecer descontos nas vendas à vista; 22% alongarão os prazos das parcelas e 8,8% querem estabelecer um valor mínimo para o parcelamento no cartão.

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