A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) realizou o primeiro seminário por meio do seu recém-inaugurado Conselho de Economia Criativa, no dia 12 de novembro. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) realizou o primeiro seminário por meio do seu recém-inaugurado Conselho de Economia Criativa, no dia 12 de novembro. O Conselho foi criado com a proposta de colocar o Brasil entre os cinco primeiros países em competitividade do mundo, além de criar um índice que meça a competitividade e a inovação das empresas. “Está claro que na guerra de competitividade entre empresas, a responsabilidade social e a sustentabilidade vieram para ficar e quem está no comando é o consumidor”, afirma o economista Adolfo Melito, que está à frente do trabalho do Conselho da Fecomercio. “Nós temos dentro das empresas alguns inimigos da inovação. Se não conseguirmos mudar características e formas de gestão dentro das empresas, elas não serão criativas.” No seminário, que teve como tema principal a economia criativa e a educação, o chefe da Performance Studies da Faculdade de Indústrias Criativas da Queensland University of Technology (Austrália), Paul Makehan, afirmou que é preciso romper o paradigma de que a economia criativa é algo ligado somente a artes, quando na verdade é algo intrínseco na economia global. A economia criativa é responsável por 10% da economia mundial e movimenta US$ 3 trilhões. “Crescendo a um percentual de 8% por ano, estima-se que o setor irá movimentar US$ 6 trilhões em 2020”, afirma Makeham. Durante o evento, o Centro Universitário Senac e a Queensland University of Technology fecharam uma parceria para estabelecer a cooperação da universidade australiana na formação do primeiro curso de economia criativa do Brasil. “Criatividade é um recurso humano que se ajusta à atividade econômica, muito diferente, digamos, das indústrias primárias”, explica Makehan.
Fecomercio lança Conselho de Economia Criativa
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