A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) participou, na tarde de segunda-feira, 25 de maio, de reunião da Frente Parlamentar Brasília sem Crise, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O encontro buscou sugestões para socorrer a economia da cidade e contou com a participação de outras entidades do setor produtivo, além da presença de deputados distritais e federais. Instituições ligadas aos setores de comércio e serviços e da indústria da cidade expuseram os problemas enfrentados e pediram soluções para as dificuldades apresentadas.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) participou, na tarde de segunda-feira, 25 de maio, de reunião da Frente Parlamentar Brasília sem Crise, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O encontro buscou sugestões para socorrer a economia da cidade e contou com a participação de outras entidades do setor produtivo, além da presença de deputados distritais e federais. Instituições ligadas aos setores de comércio e serviços e da indústria da cidade expuseram os problemas enfrentados e pediram soluções para as dificuldades apresentadas.
De acordo com o presidente da Fecomércio-DF e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Adelmir Santana, a grande dificuldade, hoje, é que não há uma diretriz do Estado brasileiro em relação a investimentos. “Só há uma forma de gerar emprego e renda neste país: é investindo. As bases para o desenvolvimento estão fincadas nessa questão da diretriz, tanto da União quanto dos Estados e Municípios com relação a investimento. Há uma necessidade de expansão dos negócios, de geração de valor por meio de projetos estruturados”, ressaltou Adelmir.
Outra questão apontada por Santana foi o projeto que a entidade apresentou no início do ano ao governador eleito, Rodrigo Rollemberg, e aos 24 deputados distritais, denominado Brasília 2015. “Em 2012, começamos a discutir questões relacionadas a Brasília e fizemos um projeto que apresentamos aos candidatos do Executivo, dando as diretrizes, não nossas, mas de estudiosos, objetivando o desenvolvimento do DF. Mas até hoje não tivemos uma vírgula sobre essas diretrizes. Elas chegaram a todos os deputados distritais por meio de um ofício que enviamos, mostrando os caminhos das soluções para o DF. Na nossa visão, representada por esse estudo, grande parte dessas soluções não está dentro do DF. Elas envolvem a região da Ride; a região metropolitana que não existe de direito, mas existe de fato”, observou Adelmir.