A Federação do Comércio do Estado do Ceará acaba de divulgar os resultados da Pesquisa de Endividamento do Consumidor, referente à capital, Fortaleza, que revela que a taxa de consumidores com dívidas ou contas em atraso caiu de 30,75% em abril para 28,72% em maio. O valor ficou próximo à taxa média de endividamento nos cinco primeiros meses do ano, que foi de 28,52%, e nos últimos doze meses, que foi de 28,06%.
A surpresa da pesquisa foi o nível de endividamento dos consumidores da classe A, que subiu de 1,15% em março e 13,54% em abril para 36,56% em maio.
A Federação do Comércio do Estado do Ceará acaba de divulgar os resultados da Pesquisa de Endividamento do Consumidor, referente à capital, Fortaleza, que revela que a taxa de consumidores com dívidas ou contas em atraso caiu de 30,75% em abril para 28,72% em maio. O valor ficou próximo à taxa média de endividamento nos cinco primeiros meses do ano, que foi de 28,52%, e nos últimos doze meses, que foi de 28,06%.
A surpresa da pesquisa foi o nível de endividamento dos consumidores da classe A, que subiu de 1,15% em março e 13,54% em abril para 36,56% em maio. A classe B, em contrapartida, reduziu suas dívidas pelo segundo mês consecutivo: de 37,19% em março para 26,97% em abril e, em maio, para 16,48%.
Na segmentação por perfil de endividados destacam-se os consumidores com idade entre 25 e 34 anos (33,48%), com o 2º grau de escolaridade (30,19%), renda familiar mensal de até 5 salários mínimos (28,18%) e das classes D/E (30,64%). O nível de endividamento entre homens e mulheres foi de 28,79% e 28,68%, respectivamente, e a taxa de comprometimento da renda da população ficou em 20,07%.
A pesquisa da Fecomércio do Ceará mostra ainda que o principal meio de endividamento continua sendo o cartão de crédito, cuja participação em maio (76,88%) aumentou em relação a abril (74,16%). A modalidade é a mais utilizada pelos consumidores da classe A (88,54% dos entrevistados). Em segundo lugar vêm os endividados por carnês, crediários e afins, modalidade que agrupa majoritariamente os consumidores das classes D/E (37,86%), cujo índice caiu de 31,66% em abril para 26,34% em maio. Em terceiro lugar posicionam-se os endividados por meio de empréstimos pessoais (12,74%), por cheque pré-datado (2,38%) e prestações de carro (2,29%).