A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que completa 50 anos em 2010, lançou no dia 13 de maio, na sede da CNC, no Rio de Janeiro, o Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010. A publicação contém dados das várias entidades que compõem o setor, além de traçar cenários e apontar soluções para combater problemas, como as irregularidades no setor de etanol, que resultaram em perdas de R$ 1 bilhão em impostos. A novidade deste ano no relatório é o levantamento das informações de outros países da América Latina.
A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que completa 50 anos em 2010, lançou no dia 13 de maio, na sede da CNC, no Rio de Janeiro, o Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010. A publicação contém dados das várias entidades que compõem o setor, além de traçar cenários e apontar soluções para combater problemas, como as irregularidades no setor de etanol, que resultaram em perdas de R$ 1 bilhão em impostos. A novidade deste ano no relatório é o levantamento das informações de outros países da América Latina.
O vice-presidente financeiro da CNC e ex-presidente da Fecombustíveis, Luiz Gil Siuffo, abriu o evento, agradecendo ao atual presidente, reeleito na mesma data, com chapa única, Paulo Miranda Soares, o cargo de Presidente de Honra da Fecombustíveis: “Não se faz história deixando o passado. Considero ter dado a minha contribuição e fico feliz em ter encontrado um grupo de companheiros, liderado pelo Paulo, para me suceder”, declarou Siuffo, que esteve à frente da presidência da Fecombustíveis durante 30 anos.
Paulo Miranda falou sobre a relevância do relatório para o mercado de combustíveis e lubrificantes, por conter informações importantes sobre o desempenho do setor, dando uma visão geral de como se comportaram em 2009 os principais combustíveis e quais problemas precisam ser resolvidos. Para ele, “diante dos sinais de aquecimento da economia, é importante monitorar a produção nacional de combustíveis para evitar desabastecimento”.