O comércio varejista brasileiro registrou alta de 5,80% nas vendas de janeiro a maio de 2008, frente a igual período do ano passado, de acordo com o Índice Nacional do Comércio Varejista (INCV), calculado pelo Sistema CNC.
No período, a Grande Florianópolis foi a região que registrou o maior faturamento (16,70%), seguida pela Grande Natal, com alta de 16,64% nas vendas, e pela região metropolitana de Fortaleza, com acréscimo de 11,65%.
O comércio varejista brasileiro registrou alta de 5,80% nas vendas de janeiro a maio de 2008, frente a igual período do ano passado, de acordo com o Índice Nacional do Comércio Varejista (INCV), calculado pelo Sistema CNC.
No período, a Grande Florianópolis foi a região que registrou o maior faturamento (16,70%), seguida pela Grande Natal, com alta de 16,64% nas vendas, e pela região metropolitana de Fortaleza, com acréscimo de 11,65%. A Região Oeste do Paraná teve alta de 10,80% no faturamento e a Região Metropolitana de Belo Horizonte, de 10,62.
As demais regiões avaliadas pelo INCV, feito com base nos resultados aferidos pelas federações do comércio de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraíba, Tocantins e do Distrito Federal, tiveram desempenhos menores: Londrina, 9,55%; Grande João Pessoa, 9,35%; Região Metropolitana de Recife, 9,29%; Região Metropolitana de Curitiba, 6,02%; Região Metropolitana de São Paulo, 5,90%; Maringá, 5,0%; Tocantins, 3,39%; e estado do Rio de Janeiro, 1,90%. O Distrito Federal registrou queda de 0,42% no faturamento no acumulado janeiro-maio deste ano.
Na divisão por categorias de uso, as concessionárias de veículos apresentaram a maior alta no faturamento: 13,02%. Em seguida vieram os grupos de materiais de construção (8,50%) e comércio automotivo (7,68%). O segmento de bens semiduráveis (vestuários, tecidos, calçados etc) teve alta de 7,36% no faturamento, o bens não-duráveis (supermercados, farmácias, combustíveis), de 3,92%, e o de bens duráveis (móveis e decorações, utilidades domésticas, informática), de 1,76%.