Eunício Oliveira afirma que “virar página” do ajuste fiscal é prioridade

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O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), disse ontem que uma das prioridades da Casa é encerrar a votação do ajuste fiscal proposto pelo Executivo. Para isso, os parlamentares precisam votar o último projeto que trata do assunto — o PLC 57/2015, que revê a política de desoneração das folhas de pagamento e aumenta as alíquotas sobre a receita bruta das empresas de 56 setores da economia. A proposta deve ser votada pelo Plenário na próxima semana.

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), disse ontem que uma das prioridades da Casa é encerrar a votação do ajuste fiscal proposto pelo Executivo. Para isso, os parlamentares precisam votar o último projeto que trata do assunto — o PLC 57/2015, que revê a política de desoneração das folhas de pagamento e aumenta as alíquotas sobre a receita bruta das empresas de 56 setores da economia. A proposta deve ser votada pelo Plenário na próxima semana.

“Está na hora de virar essa página. Vamos aprovar a última matéria do ajuste fiscal e pensar no Brasil do crescimento econômico, e não do arrocho. O senador, que é relator do projeto, não quis adiantar se fará modificações em relação ao texto que passou pela Câmara: “Recebi esta missão, que não é fácil. Mas é o último ponto pendente. Estou me debruçando sobre isso para ver a melhor alternativa”, resumiu.

O senador participou em 12 de agosto da reunião da cúpula do PMDB com o vice-presidente Michel Temer e com o ex-presidente Lula, no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-Presidência da República. Sem dar detalhes sobre o encontro, Eunício disse que Lula tem papel importante para a superação das crises política e econômica por ser um dos “agentes políticos mais importantes do País”: “A conversa com o presidente Lula sempre foi muito fácil, flui com muita facilidade. Até pela relação de amizade que ele mantém com todos nós. É importante a participação dele, que é um dos agentes políticos mais importantes do país. Foi um presidente que saiu aplaudido pela população. Essa não é uma discussão de governo, é uma discussão de agentes que querem que o Brasil volte aos trilhos”.

Fonte Jornal do Senado

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