Entrevista: Jeferson Furlan Nazario, presidente da Fenavist

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Qual é sua perspectiva de contratação de mão de obra para o final do ano? E de reposição de estoques?

A perspectiva não é boa. Somente no primeiro semestre, tivemos uma redução de aproximadamente 10 mil postos de trabalho no setor de segurança privada. Se a economia continuar nesse passo, pode gerar ainda mais demissões.

Como o senhor vê a evolução da economia/comércio em seu estado até o final do ano?

Qual é sua perspectiva de contratação de mão de obra para o final do ano? E de reposição de estoques?

A perspectiva não é boa. Somente no primeiro semestre, tivemos uma redução de aproximadamente 10 mil postos de trabalho no setor de segurança privada. Se a economia continuar nesse passo, pode gerar ainda mais demissões.

Como o senhor vê a evolução da economia/comércio em seu estado até o final do ano?

Com preocupação, pois a cada dia a circulação de compras e dinheiro está se reduzindo. Como as lojas e os restaurantes dependem do consumo, se a economia não favorece a prática, a tendência é que alguns empreendimentos fechem as portas.

Na área em que o senhor atua, que medidas prudenciais devem ser adotadas pelos empresários?

No segmento de segurança privada estamos enxugando todos os custos, realizando promoções e aumentando a divulgação, a fim de trazer novos consumidores para os nossos serviços.

A alta de gastos do setor – como energia, pessoal, combustíveis – tem afetado os negócios?

Sim, porque afeta a nossa planilha de custos. Tudo isso subiu de maneira assustadora, e temos que passar para o cliente esse custo. Portanto, afeta não somente as empresas, mas principalmente o consumidor.

A inflação é a maior vilã para o comércio atualmente?

Com a inflação alta, o consumidor tem seu poder diminuído para realizar as despesas corriqueiras. Essa redução afeta os empresários, que perdem contratos e, como consequência, são obrigados a demitir alguns funcionários para contenção de gastos.

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