O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, defendeu hoje proposta da entidade segundo a qual o trabalhador poderá aplicar até 20% do seu FGTS em fundos de ações e investimentos. “Essa proposta ajudará a aumentar a rentabilidade dos recursos, o que é muito vantajoso para os trabalhadores”, afirmou.
Atualmente, a legislação permite que o trabalhador aplique parte dos recursos do FGTS em ações, mas somente de empresas estatais ou de economia mista, como a Petrobras e o Banco do Brasil.
O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, defendeu hoje proposta da entidade segundo a qual o trabalhador poderá aplicar até 20% do seu FGTS em fundos de ações e investimentos. “Essa proposta ajudará a aumentar a rentabilidade dos recursos, o que é muito vantajoso para os trabalhadores”, afirmou.
Atualmente, a legislação permite que o trabalhador aplique parte dos recursos do FGTS em ações, mas somente de empresas estatais ou de economia mista, como a Petrobras e o Banco do Brasil. Entretanto, Ricardo Patah ressalta que o sistema atual beneficia apenas uma pequena parcela dos trabalhadores. “É necessário ampliar o sistema e divulgar essa opção”, reforçou. Além disso, ele destacou que as empresas oferecem a possibilidade apenas eventualmente. A última vez foi há cinco anos.
Segundo o assessor de Relações Institucionais da Bovespa, José Mabarack, a proposta da UGT não oferece riscos, pois o mercado financeiro no Brasil está sólido. “O trabalhador não será prejudicado, pois os investimentos serão feitos em ações de empresas que não correm nenhum risco”, ressaltou.
Patah e Mabarack participaram de seminário promovido pela Comissão de Legislação Participativa para discutir mudanças no FGTS.
Agência Câmara, 15 de maio de 2008.