A crise na economia não deve afetar o presente do Dia dos Pais, segundo apontam pesquisas realizadas pelas Federações do Comércio em todo o País e pela Serasa Experian, que apurou que 55% dos varejistas brasileiros estão otimistas e esperam aumento nas vendas em 2011.
A crise na economia não deve afetar o presente do Dia dos Pais, segundo apontam pesquisas realizadas pelas Federações do Comércio em todo o País e pela Serasa Experian, que apurou que 55% dos varejistas brasileiros estão otimistas e esperam aumento nas vendas em 2011.
Em Alagoas, pesquisa da Fecomércio-AL aponta que 74% dos consumidores têm a intenção de presentear seus pais no próximo domingo, dia 14. Mais de 50% da intenção de compra dos filhos está relacionada aos itens vestuário e sapatos/cintos. A pretensão de gastos está muito bem distribuída, com destaque para a faixa de valores entre R$ 51 a R$ 100, com quase 30% dos entrevistados.
Na região norte, no estado de Rondônia, a previsão da Fecomércio-RO é de que as vendas para a data devem crescer 11%, em relação a 2010. De acordo com o presidente da federação, Raniery Coelho, o índice é o resultado do alto poder de compra dos consumidores. “A população está com uma renda mais estável e a possibilidade de compra das classes C e D aumentou muito nos últimos meses. O setor comercial está facilitando a compra, liberando crédito para compras em carnês e facilitando o parcelamento nas vendas com o cartão de crédito”, pontuou Coelho.
Os sul mato-grossenses deverão movimentar R$ 105 milhões em compras para o Dia dos Pais, segundo apurou o Instituto Fecomércio MS. 73% da população economicamente ativa do Mato Grosso do Sul deverão gastar, em média, R$ 91 com presentes. “Os resultados são bastante animadores, principalmente porque mais uma vez a maioria dos consumidores fala em comprar a vista, ou seja, o risco de inadimplência é menor”, avalia o presidente da Fecomércio MS, Edison de Araújo.
Os empresários do Rio de Janeiro também se mostram otimistas com a data. Segundo pesquisa da Fecomércio-RJ, é esperado um faturamento 14% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Os segmentos mais confiantes são os de telefonia celular, roupa e eletroeletrônico, que esperam altas de 19,1%, 15,7% e 13,0%, respectivamente, no faturamento.
Em Santa Catarina, os consumidores devem gastar em média R$ 96,81, segundo pesquisa da Fecomércio-SC, que mostrou que os itens preferidos dos catarinenses também são artigos de vestuário e calçados.