Dadas as atuais expectativas de crescimento de 4,1% para o PIB, e de avanço de 5,9% da inflação para 2011, o mercado de trabalho deve registrar expansão de 4,1% na massa de rendimentos, com a taxa de desemprego situando-se em torno de 6,0%. Em abril, o desemprego deverá representar 6,5% da população economicamente ativa (PEA).
A estimativa é da Divisão Econômica da CNC, e foi produzida com base nos dados divulgados em 19 de abril na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, relativa a março.
Dadas as atuais expectativas de crescimento de 4,1% para o PIB, e de avanço de 5,9% da inflação para 2011, o mercado de trabalho deve registrar expansão de 4,1% na massa de rendimentos, com a taxa de desemprego situando-se em torno de 6,0%. Em abril, o desemprego deverá representar 6,5% da população economicamente ativa (PEA).
A estimativa é da Divisão Econômica da CNC, e foi produzida com base nos dados divulgados em 19 de abril na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, relativa a março.
De acordo com o Instituto, o desemprego atingiu 6,5% da população nas seis principais regiões metropolitanas do País em março. Na base comparativa anual observa-se, atualmente, uma variação de -1,1 ponto percentual na taxa de desemprego em relação àquela registrada no mesmo mês do ano passado.
O resultado foi particularmente influenciado pela queda de 1,4 ponto na desocupação em São Paulo, região que abriga +42,0% da população ocupada na pesquisa. Salvador registra a maior taxa de desemprego no corte regional (10,5%), enquanto o Rio de Janeiro, com 4,9%, conta com a menor proporção de desocupadas frente à PEA.
No mês de março havia 22.279.225 trabalhadores ocupados nas seis áreas pesquisadas (+2,4% em relação ao mesmo mês do ano passado).