Dia dos Pais gera boas expectativas de vendas, apuram federações

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O Dia dos Pais, comemorado no segundo domingo de agosto, é uma data que gera expectativa no comércio varejista A data coincide com as liquidações de artigos de inverno e com os lançamentos de novas coleções, o que gera oportunidades de negócios.


O otimismo se reflete nas pesquisas das federações do comércio. Levantamento da Fecomércio-DF mostra que os lojistas do Distrito Federal esperam boas vendas – quase 72% dos lojistas acreditam em uma alta média de 8,81% no faturamento, em relação ao mesmo período do ano passado.

O Dia dos Pais, comemorado no segundo domingo de agosto, é uma data que gera expectativa no comércio varejista A data coincide com as liquidações de artigos de inverno e com os lançamentos de novas coleções, o que gera oportunidades de negócios.


O otimismo se reflete nas pesquisas das federações do comércio. Levantamento da Fecomércio-DF mostra que os lojistas do Distrito Federal esperam boas vendas – quase 72% dos lojistas acreditam em uma alta média de 8,81% no faturamento, em relação ao mesmo período do ano passado. A pesquisa ouviu empresas de telefonia móvel, calçados, informática, perfumaria, eletrônico, lojas de departamento, materiais esportivos e vestuário. Já 18,5% estimam vendas iguais e 10,2% esperam faturamento menor frente a 2008. As lojas de Material Desportivo são as mais otimistas, apostando em alta de 19,09%, enquanto as lojas de informática são as mais cautelosas: aguardam queda de 0,45%.


A pouco mais de uma semana para o Dia dos Pais, o comércio da Região Metropolitana do Rio de Janeiro estima faturar, em média, 12,9% a mais do que no mesmo período de 2008, de acordo com levantamento realizado pela Fecomércio-RJ. Dos sete setores pesquisados, três esperam um faturamento acima dessa média: Telefonia celular (18,4%), Perfumaria (16,0%) e Roupa (13,6%). Calçados, Eletroeletrônicos, Livraria e CD/DVD estimam aumentos de 12,3%, 12,0%, 9,2% e 7,0%, respectivamente.


Quatro entre cinco consumidores da Região Metropolitana do Recife pretendem comprar presentes para os pais, segundo pesquisa de intenção de compra da Fecomércio-PE. O gasto médio com a homenagem, no entanto, cresceu de R$ 105 para R$ 124. Por isso, o comércio projeta um aumento de 12% sobre as vendas de 2008. Os principais itens da lista de presentes continuam os mesmos: vestuário (42,6%), calçados (18,5%) e eletrônicos (12,54%). Mas o número de consumidores que vão optar por perfumaria (9,72%) e produtos de cine/foto/som/ótica (10,03%) dobrou em relação ao ano passado.


Já em Minas Gerais, o quadro revela um sentimento relativamente equilibrado, caracterizado por um certo otimismo prudente. Sondagem da Fecomércio-MG identificou que 42% acreditam em vendas melhores e 34% em vendas iguais, enquanto 24% dos entrevistados estimam que os resultados serão piores, no comparativo dos anos de 2009 e 2008. Entre os lojistas que disseram que as vendas para este ano serão melhores que as realizadas em 2008, a maioria (57%) respondeu que este aumento será entre 10% a 20%. Nota-se uma postura prudente na estimativa de desempenho, pois a grande maioria (75%) aposta na faixa até 20% de aumento das vendas. Em Santa Catarina, os consumidores devem evitar o endividamento. Dos entrevistados pela Fecomércio-SC, 42% afirmam que irão investir até R$50,00 no presente para o pai e 65% asseguram que irão realizar a compra à vista.


Frio aquece vendas em alguns estados


Empresários do comércio varejista de Mato Grosso estão otimistas com as vendas do Dia dos Pais. O setor projeta um incremento entre 10% e 12% para a data, o dobro da projeção para o Dia das Mães, que foi de 6%. Estimativa da Fecomércio-MT aponta que 70% dos lojistas estão otimistas para a data, cujo resultado pode ser incrementado com a baixa temperatura. Esse também é um dos ganchos do comércio no Rio Grande do Sul: a expectativa dos lojistas é de que o inverno rigoroso possa ser um fator positivo na hora de presentear os pais. Além da motivação para a compra de roupas e de eletrodomésticos que minimizem a sensação de frio, a busca por serviços que combinam com a estação do ano, como restaurantes e hotéis podem ser um incentivo a mais na hora de movimentar o comércio.

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