Debatedor explica pressões que afetam comércio exterior

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O diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Clayton Campanhola, afirmou hoje que o comércio exterior do Brasil hoje encontra-se sob dois tipos principais de pressão por parte de competidores: a “pressão por baixo”, que vem dos países que pagam pequenos salários e, com isso, podem produzir em larga escala e a preços menores, como a China; e a “pressão por cima”, que vem de países que investem em inovação e agregação de valor aos produtos.

O diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Clayton Campanhola, afirmou hoje que o comércio exterior do Brasil hoje encontra-se sob dois tipos principais de pressão por parte de competidores: a “pressão por baixo”, que vem dos países que pagam pequenos salários e, com isso, podem produzir em larga escala e a preços menores, como a China; e a “pressão por cima”, que vem de países que investem em inovação e agregação de valor aos produtos. “A indústria brasileira encontra-se no meio”, afirmou.



A saída, na avaliação dele, é o País investir em agregação de valor e diferenciação dos produtos. “Não há como crescer copiando a China”, destacou.



Campanhola participa da audiência pública promovida pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Finanças e Tributação, na qual está sendo discutida a situação do setor têxtil com a atual sobrevalorização do câmbio e as conseqüências da aprovação da Tarifa Externa Comum (TEC).


Agência Câmara, 13 de junho de 2007.


 

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