Gazeta Mercantil Editoria: Nacional Página: A-5
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 4,2% entre novembro e dezembro de 2007, ao passar de 121,2 para 116,1 pontos. Segundo a FGV, a retração deve-se, em grande parte, a fatores sazonais. “Convém lembrar que nesta época do ano, o horizonte de tempo de quase todas as perguntas integrantes do Índice de Expectativas passa a incluir janeiro e fevereiro, período em que a indústria normalmente diminui o ritmo das atividades”, diz a FGV em nota.
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O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 4,2% entre novembro e dezembro de 2007, ao passar de 121,2 para 116,1 pontos. Segundo a FGV, a retração deve-se, em grande parte, a fatores sazonais. “Convém lembrar que nesta época do ano, o horizonte de tempo de quase todas as perguntas integrantes do Índice de Expectativas passa a incluir janeiro e fevereiro, período em que a indústria normalmente diminui o ritmo das atividades”, diz a FGV em nota.
Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o índice de confiança registra uma elevação de 9,2%, inferior aos 13,1% apurados em novembro, na mesma base de comparação. Entre novembro e dezembro, o Índice da Situação Atual caiu de 131,1 para 129,3 pontos. No entanto, o índice de dezembro é o mais elevado para esta época do ano e o terceiro maior nível da série histórica iniciada em abril de 1995.
Já o Índice de Expectativas teve um recuo mais acentuado de 111,4 para 103,0 pontos. Em 12 meses, estes dois índices cresceram, respectivamente, em 11,7% e 6,4%. Dos quesitos integrantes do índice de confiança relacionados ao presente, o destaque foi a avaliação feita pelas empresas a respeito do nível da demanda. Entre dezembro de 2006 e dezembro de 2007, a proporção de empresas que avaliam o nível atual da demanda como forte aumentou de 18% para 33%, a parcela das que o avaliam como fraco passou de 8% para 9%.
No Índice de Expectativas, o dado mais favorável são as previsões relativas à contratação de pessoal. Das 1.080 empresas consultadas, 27% prevêem aumento do contingente de mão-de-obra nos próximos 3 meses e 16%, redução. Em dezembro de 2006, estas parcelas foram, respectivamente, de 18% e 17%, segundo a FGV.