Comércio no Paraná cresce 6,96% em janeiro, afirma Fecomércio-PR

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A Federação do Comércio do Paraná acaba de divulgar os resultados da Pesquisa Conjuntural do Comércio, realizada em Curitiba e Região Metropolitana do estado – Maringá, Londrina e região Oeste (que engloba Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon). E os números são otimistas: as vendas do setor em janeiro obtiveram crescimento de 6,96%, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

A Federação do Comércio do Paraná acaba de divulgar os resultados da Pesquisa Conjuntural do Comércio, realizada em Curitiba e Região Metropolitana do estado – Maringá, Londrina e região Oeste (que engloba Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon). E os números são otimistas: as vendas do setor em janeiro obtiveram crescimento de 6,96%, na comparação com o mesmo mês do ano passado.


Na comparação com dezembro de 2007, as vendas caíram 15,54%, mas o resultado já era esperado pelos economistas da Fecomércio-PR, em função das características especiais do último mês do ano.


Para o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PR, Darci Piana, janeiro possui particularidades: “É o mês em que o comércio de rua realiza grandes descontos, faz liquidações. A transformação dos estoques em dinheiro é muito importante para a encomenda de novos produtos”, diz o líder empresarial. “O primeiro mês do ano concentra, também, alguns gastos familiares, como mensalidade escolar, viagens de férias, despesas tributárias como IPTU, ISS, licenciamento de veículos, pagamento de entidades de classe, conselhos, sindicatos, associações, entre outros. Parte do orçamento doméstico fica comprometida, retirando dinheiro do consumo”, complementa Piana.


Na apuração detalhada dos resultados, a Fecomércio-PR constatou crescimento das vendas em todas as localidades: Curitiba e Região Metropolitana (+5,55%); Londrina (+9,60%); Maringá (+4,72%); Oeste (+11,87%). Os resultados acompanham o bom desempenho da economia brasileira, com destaque para a ampliação da oferta de crédito, principalmente nos ramos de concessionários de veículos e material de construção; continuidade da oferta de produtos importados (insumos ou bens finais) associados à valorização do real perante o dólar ; ocorrência de liquidações nas lojas de varejo; diversificação de gastos em setores como viagens, hotéis e agentes de turismo.


Para mais informações acesse www.fecomerciopr.com.br

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