Comércio apresenta bom desempenho no primeiro trimestre de 2012

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O volume de vendas do comércio varejista registrou alta de 0,2% em março, na comparação com o mês anterior, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo IBGE em 17 de maio.  “Consideramos que o comércio continua tendo um desempenho favorável, apesar dos fracos resultados das vendas de veículos. Tal fato se dá pela forte expansão da massa salarial nos últimos meses, bem como pelo comportamento mais favorável dos preços e pela retomada da confiança do consumidor”, afirmou o economista da Divisão Econômica da CNC Bruno Fernandes.

O volume de vendas do comércio varejista registrou alta de 0,2% em março, na comparação com o mês anterior, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo IBGE em 17 de maio.  “Consideramos que o comércio continua tendo um desempenho favorável, apesar dos fracos resultados das vendas de veículos. Tal fato se dá pela forte expansão da massa salarial nos últimos meses, bem como pelo comportamento mais favorável dos preços e pela retomada da confiança do consumidor”, afirmou o economista da Divisão Econômica da CNC Bruno Fernandes.

O primeiro trimestre de 2012 apresentou crescimento de 4,1% em relação aos últimos três meses de 2011. No acumulado em 12 meses, a alta foi de 7,6%. Já o varejo ampliado, que inclui os grupos “Veículos e motos, partes e peças” e “Material de construção”, elevou-se em 0,6% em relação a fevereiro. Em 12 meses, o índice subiu 6,7%. Para 2012, a Confederação estima um crescimento do comércio em 7%.

Entre os dez grupos que compõem o índice ampliado, a Divisão Econômica da CNC destaca a alta de 1,2% das vendas de móveis e eletrodomésticos. “Mesmo com um nível de endividamento elevado, as concessões de crédito seguem em um ritmo positivo, além do que as famílias ainda vêm aproveitando os estímulos dados ao setor, como a redução do IPI para vários bens, o que vem ajudando na queda desses preços”, conclui o economista da CNC.

Apesar do crescimento anual, as vendas de veículos no mês de março registraram recuo de -1,4%, resultado do próprio esfriamento da demanda doméstica e da menor oferta de crédito concedida ao setor, devido, principalmente, à forte alta da inadimplência nos últimos meses.

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