Os empresários das regiões metropolitanas das cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão confiantes no aquecimento das vendas para o Dia dos Namorados. Pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais indica que aproximadamente 81% dos lojistas acreditam que deverão superar os patamares de vendas de 2007. Outros 12% estimam que as vendas devam empatar e apenas 7% apostam que neste ano serão menores do que o ano passado.
Os empresários das regiões metropolitanas das cidades de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro estão confiantes no aquecimento das vendas para o Dia dos Namorados. Pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Minas Gerais indica que aproximadamente 81% dos lojistas acreditam que deverão superar os patamares de vendas de 2007. Outros 12% estimam que as vendas devam empatar e apenas 7% apostam que neste ano serão menores do que o ano passado. Dos lojistas entrevistados, 84% disseram que pretendem adotar ou já adotaram alguma estratégia visando o aumento das vendas.
Dentre os principais fatores que irão levar os consumidores mineiros às compras neste Dia dos Namorados, a maioria – 42,3% – citou o apelo emocional da data. Já para 24% o principal motivo para ao consumo será o crédito facilitado. As promoções também poderão ajudar nos números, segundo 22,1% dos entrevistados. E, segundo a Fecomércio-MG, 33,3% dos entrevistados acreditam que o ticket médio por consumidor deva ficar acima de R$ 150,01.
Já o levantamento da Fecomércio-RJ mostra que 78,5% dos entrevistados acreditam que o faturamento vai subir: A estimativa média dos empresários é de um crescimento na receita de 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Os empresários dos setores de Roupas e Perfumaria/ Cosméticos são os mais otimistas, pois prevêem faturar 16,2% e 15,4% a mais, respectivamente.
A pouco mais de uma semana do dia 12 de junho, 79,5% informaram que os estabelecimentos estão preparados ou se organizando para as vendas. A forma mais citada de preparação das lojas é a realização de promoções, sendo a facilitação na forma de pagamento a preferência da maioria (50,6%).