CNC projeta taxa de desemprego média de 6% para 2011

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Os dados de setembro da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE, divulgada hoje (27), mostraram um aprofundamento da desaceleração dos indicadores de emprego e renda. Além de uma forte base de comparação, a evolução desses indicadores está condicionada também ao processo atual de desaceleração da atividade econômica. 

Os dados de setembro da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE, divulgada hoje (27), mostraram um aprofundamento da desaceleração dos indicadores de emprego e renda. Além de uma forte base de comparação, a evolução desses indicadores está condicionada também ao processo atual de desaceleração da atividade econômica. 

A análise é da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade projeta para este ano uma taxa de desemprego média de 6%, ante 6,7% em 2010, um crescimento de 2% da população ocupada (ante 2,9% em 2010) e um crescimento da renda real de 3,1% (ante 5,9% registrados em 2010). 

A taxa de desocupação medida pelo levantamento do IBGE para as regiões metropolitanas do Brasil ficou estável durante todo o terceiro trimestre de 2011, no patamar de 6,0%. Entre os meses de agosto e setembro, a estabilidade do indicador decorreu do crescimento praticamente nulo tanto da População Ocupada (+0,1%), quanto da População Economicamente Ativa (+0,2%). No entanto, na série livre de influências sazonais, estima-se que o desemprego tenha apresentado aumento, passando de 5,9% em agosto para 6,2% em setembro de 2011.

Em setembro de 2010 a PME havia registrado uma taxa de desemprego de 6,2%. Na comparação entre 2011 e o ano anterior, registra-se um crescimento da População Ocupada (+1,7%) ainda acima do crescimento da População Economicamente Ativa (+1,4%), o que determina uma tendência de queda na taxa de desocupação. Entre os setores que mais contribuíram para essa alta da População Ocupada, destaca-se “Construção” (+6,6%), “Serviços de Intermediação Financeira, Imobiliárias, Aluguéis e Serviços Prestados às Famílias” (+5,1%).

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