CNC lança Síntese da Economia Brasileira 2009

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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acaba de lançar a Síntese da Economia Brasileira, uma publicação anual bilíngue, produzida desde 1971, contendo dados e informações estatísticas e econômicas sobre o Brasil, além de transações internacionais com seus principais parceiros. A Síntese permite ao leitor obter, de modo fácil e rápido, uma visão geral da conjuntura econômica do País, bem como observar sua evolução.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acaba de lançar a Síntese da Economia Brasileira, uma publicação anual bilíngue, produzida desde 1971, contendo dados e informações estatísticas e econômicas sobre o Brasil, além de transações internacionais com seus principais parceiros. A Síntese permite ao leitor obter, de modo fácil e rápido, uma visão geral da conjuntura econômica do País, bem como observar sua evolução.

A edição deste ano compila números de 2008, ano marcado pelo forte impacto da crise financeira mundial, e permite verificar que os dados anualizados de nossa economia permaneceram dentro de parâmetros positivos. Os principais indicadores dão base a essa conclusão: o PIB cresceu 5,1%, a despeito da tendência de retração observada no quaro trimestre do ano passado. Ao se desagregar expansão de produto por setor, observa-se a liderança de Serviços de Informação, com crescimento de 8,9% e do Comércio, com taxa positiva de 6,1%. A Agropecuária cresceu 5,8%, os Serviços 4,8% e a Indústria, 4,3%.

A inflação foi mantida sob controle, tendo o IPCA atingido 5,9% em 2008. A ascensão desse índice, em relação à taxa verificada em 2007, guarda relação com a alta dos preços dos alimentos no primeiro trimestre de 2008 e com o repasse dos custos de alguns insumos impactados pela desvalorização do câmbio e pela própria inércia inflacionária. As exportações somaram US$ 197,9 bilhões, e as importações no período atingiram US$ 173,2 bilhões. A balança comercial apresentou saldo positivo de US$ 24,7 bilhões. Os investimentos estrangeiros passaram de US$ 34,3 bilhões em 2007 para US$ 44,5 bilhões em 2008, enquanto que as reservas internacionais somaram US$ 206,8 bilhões ao final do ano passado, um patamar confortável que possibilitou ao governo gerenciar a escassez de divisas na fase aguda da crise.           

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