A Confederação Nacional do Comércio acaba de lançar a edição da Síntese da Economia Brasileira 2008, como já tem feito em anos anteriores. A publicação condensa os principais números da Economia do Brasil, dispostos em quadros e tabelas organizados de forma a facilitar sua leitura e a busca do leitor. Todos os números utilizados foram obtidos em fontes oficiais e se revestem da maior utilidade. O números de 2007 – primeiro ano do segundo mandato do Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva – mostram que o PIB nacional cresceu 5,4%.
A Confederação Nacional do Comércio acaba de lançar a edição da Síntese da Economia Brasileira 2008, como já tem feito em anos anteriores. A publicação condensa os principais números da Economia do Brasil, dispostos em quadros e tabelas organizados de forma a facilitar sua leitura e a busca do leitor. Todos os números utilizados foram obtidos em fontes oficiais e se revestem da maior utilidade. O números de 2007 – primeiro ano do segundo mandato do Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva – mostram que o PIB nacional cresceu 5,4%. Ou seja, um crescimento significativamente superior à taxa de 3,8% verificada em 2006. Observa-se que os setores de serviços de informação e de comércio foram os mais dinâmicos da economia: subiram 8,0% e 7,6%, respectivamente. As exportações – a despeito da sobrevalorização do Real – cresceram 16,58%, atingindo o valor recorde de US$ 160,6 bilhões, contribuindo para a estabilidade dos preços internos. O saldo da balança comercial fechou em US$ 40,0 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos tiveram um acréscimo de 84,3%, passando de US$ 18,8 bilhões em 2006 para US$ 34,6 bilhões em 2007. A dívida externa somou US$ 193,6 bilhões (US$ 248,0 bilhões, se consideradas as dívidas intercompanies), enquanto as reservas internacionais chegaram a US$ 180,3 bilhões, numa significativa elevação em relação aos US$ 85,8 bilhões verificados em 2006. Nesse cenário positivo, a inflação também foi mantida sob controle, com o IPCA/IBGE acumulando variação de 4,46% em 2007, refletindo principalmente a elevação setorial dos preços dos alimentos. Tomados em conjunto, esses números falam por si: 2007 foi um bom ano!