O Brasil evoluiu e as relações entre capital e trabalho vêm acompanhando essa evolução. Nesse mesmo ritmo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) está investindo no processo de capacitação de seus negociadores, para que possam estar no mesmo patamar das centrais sindicais. Essa foi a avaliação do 1º vice-presidente da entidade, José Roberto Tadros, no encerramento, nesta terça-feira (19/6), do 3º Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em Belém.
O Brasil evoluiu e as relações entre capital e trabalho vêm acompanhando essa evolução. Nesse mesmo ritmo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) está investindo no processo de capacitação de seus negociadores, para que possam estar no mesmo patamar das centrais sindicais. Essa foi a avaliação do 1º vice-presidente da entidade, José Roberto Tadros, no encerramento, nesta terça-feira (19/6), do 3º Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em Belém.
O anfitrião do encontro, o presidente da Fecomércio-PA, Carlos Marx Tonini, afirmou que a capacitação é muito relevante. “A iniciativa da CNC de trazer essa expertise para subsidiar as negociações “é de extrema importância para que possam ser celebradas convenções que reproduzam com mais fidelidade as relações capital/trabalho”.
Entre os conferencistas, estavam o ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho Vantuil Abdala e os presidentes das federações do Comércio do Ceará, Luiz Gastão Bittencourt da Silva, e Francisco Valdeci de Souza Cavalcante, do Piauí. Também houve palestras detalhando cases de negociação coletiva.
Os advogados da Divisão Sindical da CNC Lidiane Duarte Nogueira e Alain Alpin Mac Gregor apresentaram e responderam perguntas dos participantes sobre a Cartilha de Negociação Coletiva da CNCC.
No último evento da programação, foi realizada uma “oficina de negociação”, coordenada pelo consultores Alencar Rossi, diretor da Alencar Rossi Negociações Coletivas, e Magnus Apostólico, coordenador da Comissão de Negociações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Na oficina, os participantes do encontro tiveram a oportunidade de aplicar as informações e os ensinamentos passados nas palestras. Criaram-se dois grupos, um representando os trabalhadores e outro os empregadores, e ambos simularam uma negociação como se fosse real.