CNC elege novo diretor

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A Diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) elegeu, nesta quinta-feira (20/6) Daniel Mansano como novo diretor da Casa. Ele conseguiu 16 dos 23 votos dos eleitores.

Entre os destaques da reunião, a análise do cenário econômico internacional, pelo chefe da Divisão Econômica, Carlos Thadeu de Freitas, e a palestra sobre tributação, proferida pelo consultor da Presidência Roberto Nogueira Ferreira.

A Diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) elegeu, nesta quinta-feira (20/6) Daniel Mansano como novo diretor da Casa. Ele conseguiu 16 dos 23 votos dos eleitores.

Entre os destaques da reunião, a análise do cenário econômico internacional, pelo chefe da Divisão Econômica, Carlos Thadeu de Freitas, e a palestra sobre tributação, proferida pelo consultor da Presidência Roberto Nogueira Ferreira.

Daniel Mansano, presidente da Feaduaneiros, vai ocupar o cargo de diretor deixado por Carlos Amaral, presidente da Fecomércio-BA, que, na reunião de Diretoria do mês passado, foi eleito vice-presidente.

Em sua análise econômica, o economista Carlos Thadeu afirmou que o cenário internacional mudou, e as moedas de todo o mundo têm se desvalorizado frente ao dólar. “Com a perspectiva de redução dos intensos estímulos monetários dos Estados Unidos, devido à recuperação de sua economia, o dólar valoriza-se em relação às demais moedas.”

Thadeu disse que a economia da China passou a apresentar um crescimento mais moderado e essa perspectiva tem impactado nas cotações de commodities e, por consequência, nos termos de troca da balança comercial brasileira. Ele apontou como causas da desvalorização do real o crescimento do déficit das transações correntes; a perspectiva de menor crescimento econômico; e a falta de clareza quanto aos objetivos da política econômica em relação ao câmbio, que deterioram as expectativas dos investidores.

“O dólar chegou a R$ 2,30. Se houver uma reversão, com o aumento das taxas de juros, entrará mais dinheiro no Brasil, o dólar cairá e a expectativa para o comércio voltará a ser boa”, finalizou o economista.

O consultor Roberto Nogueira explicou a política de tributária atual do País e comentou o Projeto de Resolução do Senado 1/2013, aprovado recentemente na Comissão de Assuntos Econômicos, que trata da chamada “reforma do ICMS”, a qual estabelece novas alíquotas interestaduais do imposto. “A meu ver, houve uma precipitação dessa matéria. Não vejo condições desse projeto ser aprovado”.

Nogueira explicou que a intenção do governo era a de unificar as alíquotas, mas o texto aprovado no Senado prevê alíquotas diferenciadas e não acaba com o incentivo fiscal. Ele se colocou à disposição das federações ligadas à CNC para o esclarecimento de futuras dúvidas.

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