O 2° Encontro com Gestores das Representações discutiu o fortalecimento das representações do Sistema CNC-Sesc-Senac com a criação da “Rede Nacional de Representações” e sua implementação nos estados. Aberto pela chefe de Gabinete da CNC, Lenoura Schimidt, o evento foi realizado na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em Brasília, em 22 de maio, e reuniu gestores representantes das federações do comércio e dos Departamentos Nacionais do Sesc e Senac.
O 2° Encontro com Gestores das Representações discutiu o fortalecimento das representações do Sistema CNC-Sesc-Senac com a criação da “Rede Nacional de Representações” e sua implementação nos estados. Aberto pela chefe de Gabinete da CNC, Lenoura Schimidt, o evento foi realizado na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em Brasília, em 22 de maio, e reuniu gestores representantes das federações do comércio e dos Departamentos Nacionais do Sesc e Senac.
A chefe da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC, Wany Pasquarelli, explicou que o motivo da reunião era discutir as atuações dos representantes do sistema. “Trabalharmos para sermos proativos e não reativos, em conjunto, respeitando as diversidades dos estados. É importante discutir como fazer a atuação dentro do órgão e trazer isso para as entidades.”
“Nós queremos a integração entre os gestores, representantes, federações e a CNC. É essa integração que resulta na Rede Nacional de representantes do comércio”, disse o assessor da AGR Cristiano Costa, que apresentou o trabalho realizado pela assessoria.
Como parte da troca de experiências entre as federações, a Fecomércio/MS, compartilhou a implantação da estrutura de representação na entidade. Gestora de representações da federação, Cristiane Marques, apresentou “case” abordando o trabalho desde os primeiros passos das atividades até os resultados obtidos.
Convidado, o professor Luiz Roberto Carnier, fez palestra sobre “Representação voltada a resultado”. “Representação é saber influenciar, mudar rumos, defender interesses, fazer acontecer. O que precisamos aqui é de pessoas que fazem as coisas acontecerem”, disse. Segundo Carnier, as pessoas inovadoras têm coisas em comuns: são curiosas, analisam, questionam, observam constantemente. Elas, acrescentou, vislumbram oportunidades, têm pensamento estratégico, enxergam o invisível.
O professor também falou sobre a liderança. “O líder tem que ser humilde, voltado ao que defende e deixar um legado. Além disso, o líder faz perguntas, pois quem comanda uma conversa não é quem fala, é aquele que pergunta. Saber perguntar é uma arte, é levar as outras pessoas a conclusões que você deseja.”
Representantes do sistema comércio no Conselho Nacional dos Direitos do Idoso da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Maria Clotilde Maia (Sesc/DN); e no Fórum de Educação do Ministério da Educação, Rejane Leite (Senac/DN), compartilharam suas experiências nos dois organismos, onde defendem, por exemplo, propostas elaboradas pelas entidades e admitidas pelo governo. É o caso do Programa de Aprendizagem Comercial, do Senac, hoje parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).