Chinaglia rebate críticas a biocombustível brasileiro

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O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, criticou os organismos internacionais que culpam a produção de biocombustíveis pelo desabastecimento de alimentos no mercado mundial. Essas críticas, segundo Chinaglia, são mais uma tentativa de conter a expansão do Brasil no comércio mundial.


O presidente afirmou que ninguém tem autoridade para criticar o Brasil, que é um dos maiores produtores de alimentos do mundo sem praticar subsídios.

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, criticou os organismos internacionais que culpam a produção de biocombustíveis pelo desabastecimento de alimentos no mercado mundial. Essas críticas, segundo Chinaglia, são mais uma tentativa de conter a expansão do Brasil no comércio mundial.


O presidente afirmou que ninguém tem autoridade para criticar o Brasil, que é um dos maiores produtores de alimentos do mundo sem praticar subsídios. A falta de acesso aos alimentos, segundo Chinaglia, é problema que atinge a população mundial há décadas, desde antes da discussão sobre biocombustíveis.


O desabastecimento pode ser solucionado, afirmou o presidente, com o fim do protecionismo dos países ricos a suas agriculturas e com a abertura de seus mercados a países como o Brasil.


Segundo Chinaglia, a política de biocombustíveis protege o planeta e gera mais renda para o povo. Ele lembrou ainda que o etanol produzido pelo Brasil, que vem da cana-de-açúcar, protege o meio ambiente seis vezes mais do que o etanol do milho, produzido nos Estados Unidos. O presidente disse ainda que Brasil e EUA são responsáveis pela produção de 70% do etanol mundial. O que é necessário, encerrou Chinaglia, é preservar as florestas e não desmatar.


Agência Câmara, 29 de abril de 2008.


 

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