Alimentos ajudam a elevar IPC da Fipe a 0,71%

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 Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-2


Os preços dos alimentos dispararam na primeira quadrissemana de dezembro – período de 30 dias até o dia 7 – e fizeram com que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP registrasse inflação de 0,71% no período.

 Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-2


Os preços dos alimentos dispararam na primeira quadrissemana de dezembro – período de 30 dias até o dia 7 – e fizeram com que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP registrasse inflação de 0,71% no período. A categoria alimentação teve alta de 2,23% na abertura deste mês, maior índice desde a segunda quadrissemana de 2003, quando houve alta de 2,65%. 


Na semana passada, o coordenador da pesquisa da Fipe, Márcio Nakane, disse que a pressão vista nos preços dos alimentos no mês passado deve se repetir neste mês – a categoria encerrou novembro com alta de 1,75%; para este mês, a expectativa é de alta de 2,35%. 


O índice da categoria habitação também teve alta, passando de deflação de 0,15% para 0,05%. Desde a segunda quadrissemana de novembro, quando atingiu deflação de 0,39%, os preços na categoria vêm registrando altas graduais. 


A categoria transportes também registrou alta, passando de 0,50% para 0,72%. Os preços na categoria despesas pessoais saíram de deflação de 0,25% para 0,08%. Na categoria educação o indicador voltou ao nível da terceira quadrissemana de novembro, 0,05%. Saúde e vestuário registraram declínio. A primeira teve alta de 0,58%, contra 0,63% no encerramento de novembro. Já os preços na categoria vestuário tiveram elevação de 0,45%, contra 0,55% em novembro. 


 


 


 

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