Alimentação deve pressionar o IPC-S

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Jornal do Commercio  Editoria: Economia   Página: A-3


O coordenador nacional do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), Paulo Picchetti, afirmou ontem que aguarda para a seqüência do mês altas ainda mais fortes que a verificada na segunda quadrissemana de abril para o indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Jornal do Commercio  Editoria: Economia   Página: A-3


O coordenador nacional do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), Paulo Picchetti, afirmou ontem que aguarda para a seqüência do mês altas ainda mais fortes que a verificada na segunda quadrissemana de abril para o indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em entrevista à Agência Estado, ele disse que a atual pressão que está sendo observada no grupo alimentação deve continuar representando o fator de maior impacto nas sete capitais onde o instituto apura a inflação semanalmente – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.


Ontem, a FGV informou que o IPC-S avançou 0,76% na segunda quadrissemana do mês, que abrangeu o comportamento dos preços nos últimos 30 dias até 15 de abril. O resultado foi superior ao do levantamento anterior, referente aos 30 dias encerrados em 7 de abril, que apontou alta de 0,64% para o indicador. No período, o grupo alimentação foi disparado o maior responsável pela aceleração da inflação, após subir 1,70% ante 1,21% da pesquisa anterior.


“Os aumentos de preços de itens importantes do grupo, como a parte de hortaliças, pães, frutas e legumes, devem continuar. Vão ganhar como fator importante também a queda menor de preços da carne bovina, que já está sendo observada”, destacou Picchetti.


 


 

 


 

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