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MPE
Valor Econômico informa que, impulsionada pelas “bondades” do governo, pela queda na inflação e pela melhora no mercado de trabalho, a confiança das micro e pequenas empresas atingiu 100,6 pontos em agosto. É o melhor resultado desde novembro de 2013, segundo o Sebrae. No entanto, alerta a entidade, deve ser visto com “parcimônia”.
O Índice de Confiança das Micro e Pequenas Empresas (IC-MPE) estava abaixo dos 100 pontos, indicando desaceleração do mercado, desde dezembro de 2013. Resultados acima de 100 apontam para crescimento. O número é apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
IDH
O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo relatam que o Brasil caiu da 86ª posição em 2019 para a 87ª em 2021 no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas, que considera indicadores de saúde, escolaridade e renda. O IDH brasileiro ficou em 0,754, considerado pelo Pnud um patamar elevado, mas que leva o país de volta ao patamar de 2014, quando o IDH também era de 0,754. É um retrocesso maior do que a média mundial – o IDH global retrocedeu ao nível de 2016.
A dimensão que derrubou o IDH brasileiro foi a saúde, o que evidencia o impacto da alta mortalidade no país durante a pandemia. A renda média do brasileiro avançou em relação a 2019, e os indicadores de educação ficaram estagnados. Em 2019, a expectativa de vida média do brasileiro ao nascer era de 75,3 anos. Agora, é 72,8 anos. Neste quesito, o país retrocedeu 13 anos, praticamente igual à de 2008, que era de 72,7 anos.
Petrobras
Valor Econômico afirma que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais 60 dias de prazo para apresentar as medidas que estão sendo adotadas para garantir “transparência e regularidade” na política de preços dos combustíveis.
A decisão cabe ao ministro André Mendonça, relator de uma das ações que tramitam na corte a respeito da tributação dos combustíveis.
Elizabeth II
As manchetes dos principais jornais destacam a morte da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, ontem, aos 96 anos. Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo destacam que a monarca ajudou a conduzir o Reino Unido ao longo de sete décadas.
O filho mais velho de Elizabeth II assume o trono como Charles III e herda o reino diante de sua mais grave crise econômica nos últimos 40 anos.
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