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Inadimplência
Valor Econômico informa que o número de famílias em atraso com alguma conta na cidade de São Paulo chegou a 1,03 milhão em outubro, mostra um levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
É o recorde para a série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), iniciada em 2010. Segundo ela, uma em cada quatro (25,5%) famílias da capital paulista tinha dívidas não pagas no mês passado.
Em 2021, as famílias com contas em atraso eram 19,7%. Isso significa que, do início do ano para cá, outros 240 mil lares passaram a ter dificuldades para equilibrar seu orçamento.
Combustíveis
Coluna Painel S.A. (Folha de S.Paulo) afirma que a ANP entrou em um cabo de guerra com as grandes distribuidoras de combustíveis. As empresas, representadas pelo Instituto Combustível Legal (ICL), tentam minar a difusão das chamadas bombas brancas em postos de marca, uma das estratégias da agência para aumentar a competitividade e forçar a queda dos preços.
Há cerca de um ano, a ANP permitiu que postos bandeirados (aqueles que ostentam a marca de uma fornecedora, como Shell, BR e Ipiranga) pudessem manter ao menos uma bomba para a venda de combustível de fornecedores concorrentes — o que era proibido antes.
O ICL, que tem entre suas associadas as maiores distribuidoras do país, afirma que essa mudança trouxe insegurança ao mercado porque, supostamente, permite que os clientes comprem combustível sem saber a procedência. Também alega que as novas regras possibilitaram aumento de infrações nos postos.
Executivos do setor dizem que a ANP já possui gargalos na fiscalização padrão. Com a bomba branca, essas dificuldades ficam ainda maiores. A ANP nega.
Gasolina
Em O Estado de S. Paulo, segundo a ANP, o preço da gasolina subiu nos postos de abastecimento d país pela quarta semana seguida, apesar de a Petrobras manter o preço nas refinarias congelado há 66 dias.
Na semana de 30 de outubro a 5 de novembro, a gasolina teve alta de 1,4%, chegando a um preço médio de R$ 4,98 por litro, ante R$ 4,91 na semana anterior. Nas últimas quatro semanas, o combustível já acumula alta de 2,4%.
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