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Consumo
Manchete no Valor Econômico reporta que a crise da pandemia e a guerra no Leste Europeu expuseram a necessidade de as indústrias de consumo enfrentarem uma escalada inflacionária em mercados consumidores muito diferentes.
Em relação a reajustes, há visível esforço por parte das empresas de se agarrarem ao “valor” de suas marcas para sustentar suas estratégias. Há, ainda, expectativa de permanência da pressão de custos, de forma disseminada no mundo.
O Brasil, que chega a representar metade das vendas dos grandes grupos, não deve ficar fora desse cenário.
Reforma tributária
Em editorial, O Estado de S. Paulo (07/08) sustentou que considerar que uma “mera redução de impostos” seja equivalente a uma reforma tributária, como fez o ministro da Economia, Paulo Guedes, “é piada de mau gosto que resume a tacanha visão bolsonarista de mundo”.
O jornal detalha que, para Guedes, medidas como a redução do IPI e o teto do ICMS de bens essenciais, como combustíveis e energia, seriam evidências do trabalho silencioso do governo em relação ao avanço das reformas.
Na avaliação do Estadão, “a elaboração de uma proposta de reforma tributária deveria ser precedida pelo dimensionamento do Estado que temos e do Estado que almejamos ser, o que demandaria um projeto de governo – hoje inexistente”.
Salários
O Estado de S. Paulo (06/08) assinalou que parte dos trabalhadores, mesmo que ainda discretamente, tem conseguido repor perdas com a inflação do último ano nas negociações salariais em 2022.
De acordo com levantamento do Dieese, nos primeiros seis meses deste ano, 56,6% das negociações salariais ficaram em linha ou acima da inflação.
A reportagem acrescentou que o resultado indica uma mudança em relação ao mesmo período de 2021, quando 52% das negociações salariais ficaram abaixo da inflação medida pelo INPC.
Empresários
Manchete de O Estado de S. Paulo de sábado expôs que interlocutores políticos e econômicos do presidente Jair Bolsonaro têm acionado o empresariado após ampla repercussão de manifesto pela democracia.
A reportagem citou que o presidente agendou almoço com banqueiros na Febraban, nesta segunda-feira. Jornal também lembrou que Bolsonaro cancelou ida à Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) após notícias de que seria convidado a assinar outro manifesto, elaborado pela entidade, durante sua visita.
Manifesto
O Estado de S. Paulo (06/08) trouxe que manifesto da Fiesp, que pede respeito ao estado de direito, ganhou o apoio de oito entidades ligadas ao agronegócio. A reportagem ressaltou que o documento da Fiesp não é o mesmo elaborado pela Faculdade de Direito da USP. A OAB não assinou a carta da Fiesp e pretende publicar manifesto próprio.
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