Sistema S 1
Folha de S.Paulo veicula que o juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro, arquivou a denúncia da operação E$quema S, que acusava advogados de tráfico de influência em tribunais. A operação investigava desvio de recursos públicos para favorecer Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio.
De acordo com o Ministério Público Federal, os denunciados desviaram R$ 151 milhões do Sistema S, “que inclui instituições como Sesc, Sesi e Senac”.
Sistema S 2
Valor Econômico assinala que o diretor de pesquisa do Insper e professor titular da Cátedra Instituto Unibanco, Sergio Firpo, defende uma realocação de recursos da educação para ampliar investimentos no ensino profissional e técnico.
Para ele, é necessário readequar o planejamento da educação para garantir o avanço do ensino técnico, que permite uma melhor inserção do jovem no mercado de trabalho, e também ampliar parcerias com o setor privado para além do Sistema S.
O Sistema S reúne “Sesi, Senai e Sesc, entre outros” e, segundo Firpo, “se não tiver parcerias com o setor privado, vai ter um belo projeto, mas não necessariamente será implementado”.
Reforma tributária
O Estado de S. Paulo reporta que o Senado deve “enterrar” a proposta de reforma tributária para evitar perdas em ano eleitoral, conforme líderes da Casa.
Senadores deixaram de registrar, ontem, presença na Comissão de Constituição e Justiça e impediram a votação no colegiado.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), admite, nos bastidores, não ter votos para aprovar a medida.
Reforma cambial
Em O Estado de S. Paulo, a reforma cambial, que entra em vigor no fim de dezembro, já movimenta o mundo empresarial e financeiro em busca de investimento estrangeiro, diante da maior liberdade para as operações com moeda estrangeira.
Os setores de infraestrutura, fintechs, mineração, exportadores, empresas de tecnologia e bancos em geral estão entre os que mais têm apresentado interesse na nova legislação.
Petrobras
Principais manchetes registram a indicação de José Mauro Coelho para presidir a Petrobras. José Mauro deve ter seu nome confirmado em assembleia geral de acionistas marcada para a próxima semana. Para a chefia do conselho da petroleira, Marcio Weber, que já integra o órgão, foi o indicado.
O Globo ressalta que o nome de Coelho é visto como uma decisão técnica. Ele é considerado homem de confiança do ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) e tem histórico de atuação em cargos da pasta e de estatais de energia.
Já o Valor Econômico destaca que a indicação de Coelho é percebida como demonstração de força do ministro de Minas e Energia, já que ele era visto como braço direito de Bento Albuquerque. |