|
Endividamento
Folha de S.Paulo, O Globo e Valor Econômico informam que o endividamento das famílias tem subido mês a mês e atingiu 53,1% em julho – o mais alto patamar da série histórica do BC, que teve início em janeiro de 2005. Em 12 meses, já são 5,1 pontos percentuais de aumento. Desde setembro de 2021, o índice tem ficado acima de 50%. Desconsiderando o financiamento imobiliário, o endividamento em agosto atingiu 33,64% e também foi recorde.
Juros
O Estado de S. Paulo afirma que, como efeito do ciclo de alta da Selic, o juro médio total cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito subiu 3,5 pontos porcentuais de julho para agosto. A taxa passou de 394,9% para 398,4% ao ano. No caso do parcelado, ainda dentro do cartão de crédito, o juro passou de 181,7% para 185,9% ao ano.
A taxa média de juros no crédito livre subiu de 40,4% ao ano em julho para 40,6% em agosto, informou o BC. Em agosto de 2021, era de 29,7%. Para as pessoas físicas, a taxa média de juros passou de 53,4% para 53,9% ao ano de julho para agosto, enquanto para as pessoas jurídicas houve leve queda de 234% para 22,8%. No caso do cheque especial para pessoa física, a taxa passou de 1274% para 128,6% ao ano de julho para agosto.
Estoque de crédito
O Estado de S. Paulo registra que o estoque total de operações de crédito do sistema financeiro subiu 1,6% em agosto ante julho, para R$ 5,067 trilhões. A alta foi de 2,1% para pessoas físicas e de 0,9% para pessoas jurídicas. Em 12 meses, houve elevação de 16,8%. De acordo com o BC, o estoque de crédito livre avançou 1,3% em agosto, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 2,2%. No crédito livre, houve elevação de 1,7% para pessoas físicas e 0,7% para as empresas.
O total de operações de crédito em relação ao PIB foi de 54% para 54,3% de julho para agosto.
|